
O número de mortes em decorrência dos terremotos na Venezuela subiu para 589 pessoas, segundo balanço atualizado do governo venezuelano, divulgado pela presidente interina Delcy Rodriguez. Além disso, o número de feridos subiu para 2.980.
Equipes de resgate agora lutam para encontrar desaparecidos e retirar pessoas de escombros. Grupos montados por moradores das áreas afetadas buscam por parentes e conhecidos. O país já registra mais de 24 mil desaparecidos.
Vários países, entre eles Estados Unidos e Brasil, anunciaram que enviarão equipes para auxiliar nas buscas. Nesta sexta-feira, a ajuda começou a chegar na Venezuela.
Um avião da Força Aérea Brasileira decola rumo a Caracas nesta sexta e outro no sábado (27/6) com ajuda de bombeiros, medicamentos e com estrutura para montar um hospital de campanha na Venezuela.
Na quinta-feira (25/6), o presidente do parlamento venezuelano, irmão de Delcy, Jorge Rodriguez, disse que havia ainda cerca de 200 pessoas presas em escombros. Ele também afirmou que o governo registrou, até o momento, 250 edifícios que foram totalmente derrubados ou sofreram danos. Esse balanço é provisório.
Na noite de quarta-feira (24/6), dois terremotos em sequência atingiram a região norte do país, onde fica Caracas. Além das mortes, os tremores derrubaram prédios e deixaram um rastro de destruição na capital venezuelana e arredores. Os sismos foram os mais fortes no país em mais de 100 anos.
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