O Brasil conquistou cinco indicações ao Oscar nesta quinta-feira (22/1). Quatro foram para o filme O Agente Secreto e uma para o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso. As nomeações repercutiram positivamente na base governista com manifestações de apoio à cultura e ao cinema nacionais feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e por outras autoridades nas redes sociais.
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Em seu perfil no X, Lula declarou que o cinema do Brasil “está em um dos melhores momentos de sua história” e que as indicações são “motivo de celebração para todo o país”. O presidente parabenizou a todos e afirmou que “o Brasil se orgulha de todos vocês”.
“É o reconhecimento da nossa cultura e da capacidade do Brasil de contar histórias que emocionam o mundo. (...) Um grande beijo meu e da Janja. Viva nosso cinema e viva nossa cultura!”, exaltou o chefe do executivo em sua postagem.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, publicou em seu Instagram um vídeo dele acompanhando a transmissão das indicações. No momento da indicação de O Agente Secreto ao Oscar de melhor filme internacional, Alckmin aplaude o momento.
“Grande dia para o Brasil e o cinema brasileiro. O Agente Secreto recebeu quatro indicações para o Oscar! Melhor filme do ano, melhor filme internacional, melhor ator para Wagner Moura, e melhor seleção de elenco. E o diretor Adolpho Veloso também foi indicado para melhor direção de fotografia pelo filme Sonhos de Trem. Vamos que vamos! Já estamos aqui na torcida! The Oscar Will Go To… Brasil!”, escreveu o ministro na legenda da publicação.
Outras autoridades, como a ministra da Cultura, Margareth Menezes, também fizeram postagens comemorando. Em seu perfil no X, Margareth exaltou que “nosso cinema brasileiro vai brilhar no Oscar 2026” e parabenizou o ator Wagner Moura, o diretor Kléber Mendonça e todos os outros brasileiros envolvidos nos bastidores.
Em vídeo, também comemorou as indicações o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ), que ressaltou que, além de ser uma vitória do cinema e da cultura brasileiras, é “uma vitória da democracia”, por retratar o período da ditadura militar brasileira.
“É o cinema brasileiro reconhecido mundialmente. E mais um filme que é uma crítica à ditadura militar num momento em que o nosso país pune, pela primeira vez na sua história, um ex-presidente e generais golpistas. Viva a cultura brasileira. Viva o cinema brasileiro. Ditadura Nunca Mais!”, escreveu o deputado.
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