
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajou a São Paulo, na tarde desta terça-feira (31/3), onde participa de evento sobre o Programa Universidade para Todos e os 14 anos da política de cotas.
A ida à capital paulista ocorreu após o líder petista confirmar a manutenção do nome do atual vice Geraldo Alckmin (PSB-SP) na dobradinha para as eleições de outubro.
“O companheiro Alckmin, que vai ter que deixar o Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). Ele vai ter que deixar, porque ele é candidato a vice-presidente da República outra vez. Ele vai deixar o Mdic”, discursou o petista, enquanto iniciava reunião interministerial, na manhã desta terça, no Palácio do Planalto.
Antes de Lula confirmar Alckmin para continuar na cadeira de vice nas eleições deste ano, o nome do então titular do MDic era especulado para tentar eleição ao Senado por São Paulo.
O deputado federal Kiko Celeguim, presidente do PT paulista, inclusive, chegou a defender que o chefe do PSD, Gilberto Kassab, deveria compor a candidatura à vice-presidência com Lula.
Segundo interlocutores do PT Nacional, porém, a sugestão para que Kassab integrasse chapa de Lula trata-se de uma provocação ao presidente do PSD, já que Felício Ramuth, vice-governador de São Paulo, deixou a sigla para filiar-se ao MDB.
Nomes para o Senado
Com oficializações de Geraldo Alckmin na candidatura à vice-Presidência e os nomes de Fernando Haddad (PT) e Simone Tebet (PSB), respectivamente, comos postulantes a governo e Senado por São Paulo, o tabuleiro petista carece de um nome para concorrer à Casa Alta para fechar o palanque de Lula no estado.
Na disputa por essa vaga de candidato na chapa aliada do Partido dos Trabalhadores para o Senado, estão os ministros Márcio França (Empreendedorismo) e Marina Silva (Meio Ambiente).
Apesar de ainda serem indefinidos os futuros desses personagens na perspectiva eleitoral, eles precisam entregar seus respectivos cargos até sábado (4/4), prazo máximo de desincompatibilização.

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