O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, nesta terça-feira (31/3), que o vice-presidente Geraldo Alckmin será novamente o companheiro de chapa na disputa pela reeleição em 2026. O anúncio mantém a aliança que venceu as eleições de 2022.
Além de Lula, outros nomes também têm se movimentado. No entanto, todos ainda são considerados pré-candidatos, já que o registro oficial das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ocorre apenas em agosto, após a realização das convenções partidárias. Até lá, há possibilidade de novas alianças, desistências e mudanças. Confira os nomes que se apresentam como pré-candidatos:
Lula
O petista tentará o quarto mandato na disputa da sétima eleição presidencial, um feito inédito na história do país. O presidente completa 81 anos em outubro é considerado o candidato mais velho a disputar uma eleição presidencial.
Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro é apontado como principal adversário de Lula nas pesquisas mais recentes. Escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para representar o PL, ele aparece em segundo lugar no primeiro turno e empatado com o atual presidente em simulações de segundo turno. Entre suas bandeiras, está a defesa da anistia aos condenados pelos atos após as eleições de 2022.
Ronaldo Caiado
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, foi anunciado nesta segunda-feira (30/3) como pré-candidato pelo Partido Social Democrático (PSD). Ele venceu uma disputa interna no partido contra o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, após a desistência do governador do Paraná, Ratinho Jr., e foi o nome escolhido por Gilberto Kassab.
Romeu Zema
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, também se colocou na disputa pelo Novo. Ele renunciou ao cargo neste mês. Nas pesquisas mais recentes, aparece com intenções de voto entre 2% e 3%.
Renan Santos
O fundador do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, lançou-se como pré-candidato pelo partido Missão, dirigido por ele. Aos 42 anos, essa é a primeira eleição que disputa.
Aldo Rebelo
O ex-deputado Aldo Rebelo será candidato pela Democracia Cristã. Com longa trajetória política, ele já ocupou cargos, como a presidência da Câmara e ministro durante o governo de Lula e Dilma Rousseff. Também foi secretário de Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo e apoiador de Bolsonaro.
