
O PSD anunciou, na noite deste domingo (4/10), que não apoiará nacionalmente as candidaturas de Flávio Bolsonaro (PL) e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta campanha para o 2º turno da disputa à Presidência da República.
“Assim, cada diretório estadual, parlamentar, liderança partidária, filiados e militantes terão liberdade para definir seu apoio na eleição presidencial e em eventual disputa estadual”, anunciou em nota, assinada pelo presidente da sigla, Gilberto Kassab.
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O partido já havia adotado esse posicionamento no 1º turno das eleições, para que os políticos fizessem as escolhas estaduais e construíssem alianças que mais os favorecessem.
“Somos uma sigla ainda jovem, com bancadas importantes. Diante da diversidade de cenários eleitorais que tivemos nos estados, em que as instâncias estaduais do PSD tiveram liberdade para construir suas alianças, a direção nacional entende como natural manter esta diretriz neste segundo turno”, explica.
A nota também conta com um balanço do partido neste 1º turno, encerrado neste domingo. Foram 44 deputados federais, 2 novos senadores, 103 deputados estaduais, 4 governadores no 1º turno e 2 disputando o 2º, com 1.350 prefeitos e cerca de 7 mil vereadores em todo o Brasil.
O partido já havia adotado esse posicionamento no 1º turno das eleições, para que os políticos fizessem as escolhas estaduais e construíssem alianças que mais os favorecessem.
“Somos uma sigla ainda jovem, com bancadas importantes. Diante da diversidade de cenários eleitorais que tivemos nos estados, em que as instâncias estaduais do PSD tiveram liberdade para construir suas alianças, a direção nacional entende como natural manter esta diretriz neste segundo turno”, explica.
A nota também conta com um balanço do partido neste 1º turno, encerrado neste domingo. Foram 44 deputados federais, 2 novos senadores, 103 deputados estaduais, 4 governadores no 1º turno e 2 disputando o 2º, com 1.350 prefeitos e cerca de 7 mil vereadores em todo o Brasil.
“O PSD termina sua primeira campanha presidencial aplaudindo a disposição e a qualidade do projeto apresentado por Ronaldo Caiado. Foi uma campanha propositiva, sem apelar aos extremismos que têm atrasado o Brasil ao longo das últimas eleições”, afirma.
O partido ainda lamentou a repetição de discursos extremistas nestas eleições e disse torcer para que os próximos anos sejam diferentes.
“Torceremos e atuaremos politicamente para que não sejam mais quatro anos de brigas pouco produtivas e debates sobre temas que não estão na pauta do desenvolvimento brasileiro, independentemente do vencedor”, completou.
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