COMPORTAMENTO

Carinho pós-sexo: por que ele é tão importante quanto as preliminares

Pesquisa revela que 87% das pessoas veem o momento como crucial para a intimidade; pegar o celular após a transa é um dos piores erros

Abraços e carinho após o sexo são vistos como fundamentais para fortalecer a conexão em um relacionamento, revela pesquisa -  (crédito: Divulgação)
Abraços e carinho após o sexo são vistos como fundamentais para fortalecer a conexão em um relacionamento, revela pesquisa - (crédito: Divulgação)

O que você faz nos minutos que se seguem a uma relação sexual? Uma pesquisa da rede social Sexlog revelou que 87% das mais de 4 mil pessoas entrevistadas acreditam que esse momento ajuda a fortalecer a conexão no relacionamento. Mais da metade (52%) considera a troca de carinho fundamental.

O levantamento mostra que os gestos de afeto são uma prática comum. Ao serem questionados sobre a primeira atitude nos cinco minutos após o sexo, 36% afirmaram que abraçam ou ficam de conchinha. Outros 29% disseram que conversam com a outra pessoa.

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Mayumi Sato, CMO do Sexlog, avalia que o pós-sexo costuma ser visto como um detalhe, mas a pesquisa mostra seu papel importante na experiência como um todo. "Muitas pessoas usam esse momento para reforçar a conexão, demonstrar interesse e criar intimidade", explica.

Segundo Sato, os resultados questionam a visão de que o sexo se limita ao ato em si. A experiência sexual envolve conexão, troca e presença. Assim como as preliminares, o momento posterior também integra essa vivência, funcionando como uma continuação da intimidade construída.

O pós-sexo como ritual de intimidade

A importância dos minutos após a transa fica clara quando 68% dos participantes afirmam que o momento é tão relevante quanto o próprio ato. Para 9%, ele é ainda mais importante.

Mariana*, de 36 anos, é uma das pessoas que considera o carinho fundamental. "Gosto de ficar abraçada, sentindo a presença da pessoa. Mesmo em um encontro casual, prefiro ter esse momento para não sentir que foi tudo mecânico", conta.

A ausência de conexão pode gerar desapontamento. Quase metade dos entrevistados (48%) já se sentiu frustrada com a atitude de alguém logo após o sexo. Gustavo*, de 39 anos, diz que se incomoda quando a pessoa corre para o celular.

"Fico com a impressão de que perdi a atenção da pessoa. Estar presente faz a experiência ser completa", diz ele. O celular é, de fato, um dos principais incômodos, apontado por 27% dos entrevistados. Outros comportamentos malvistos são:

  • não demonstrar carinho (17%);

  • levantar imediatamente da cama (16%).

Para 83% dos participantes, o comportamento de uma pessoa após o sexo revela informações importantes sobre a relação. Entre elas estão o grau de satisfação com a experiência (33%), o nível de interesse afetivo (28%) e a intimidade do casal (21%).

A pesquisa aponta uma mudança na percepção do que é uma experiência sexual satisfatória. Muitos entrevistados valorizam todo o contexto, da construção do desejo ao cuidado posterior, entendendo o pós-sexo como parte essencial da vivência.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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postado em 14/07/2026 13:04 / atualizado em 14/07/2026 13:04
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