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Secretária da Mulher reafirma necessidade de benefício a órfãos do feminicídio

Programa Acolher Eles e Elas estabelece medidas de assistência financeira temporária para quem perdeu a mãe devido ao feminicídio

Giselle Ferreira no CB.Debate
Giselle Ferreira no CB.Debate "O Brasil pelas mulheres: proteção a todo tempo" - (crédito: Ed Alves/C.B./D.A Press)

Por Manuela Sá* 

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Durante participação no evento O Brasil pelas mulheres: proteção a todo tempo, promovido pelo Correio Braziliense, a secretária da Mulher do Distrito Federal, Giselle Ferreira, destacou o benefício à órfaos do feminicídio, Programa Acolher Eles e Elas, como forma de providenciar amparo a essas crianças.

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De acordo com a secretária, ela “não gostaria de ter esse programa porque não gostaria de perder nenhuma mulher para o feminicídio”. No entanto, diante da alta de casos de violência de gênero registrada no último ano, Giselle enfatizou que ter ter uma rede de apoio para todos que são vitimizados por esse crime é uma necessidade.

“É um benefício de um salário mínimo. Nós, hoje, cuidamos mais de 207 órfãos. É muito mais que um apoio financeiro. A gente tem que dar esperança, porque nenhuma criança deveria perder sua mãe pelo feminicídio”, afirmou.

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Além do benefício, Giselle também falou sobre outros avanços da secretaria no sentido de proteção das mulheres: “Nossa rede tem crescido. Saímos de 14 para 31 equipamentos públicos. Os recursos financeiros e o número de servidores têm aumentado”.

Leia também: Especialistas alertam sobre cenário de violência contra mulher no país

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Próximo do Dia Internacional das Mulheres, comemorado em 8 de março, o Correio promove, nesta quinta-feira (26/2), o CB.Debate "O Brasil pelas mulheres: proteção a todo tempo”. O evento está sendo transmitido ao vivo pelo canal do YouTube e, ao final de cada painel, o público on-line e presencial poderá fazer perguntas aos painelistas.

A iniciativa ganha relevância diante de um Brasil que, apenas no último ano, registrou 1.470 feminicídios. O encontro é aberto à participação do público, que poderá enviar perguntas presencialmente ou por meio do YouTube do Correio, contribuindo para a construção de caminhos efetivos de acolhimento e proteção às vítimas de violência no DF.

*Estagiária sob a supervisão de Márcia Machado

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postado em 26/02/2026 00:00 / atualizado em 26/02/2026 11:38
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