
A volta para casa após o feriado de 7 de Setembro tem sido marcada por espera e ônibus lotados na Rodoviária do Plano Piloto. Passageiros que precisaram utilizar o transporte coletivo nesta segunda-feira (7/9) relatam demora para conseguir embarcar, especialmente em linhas com destino a regiões administrativas mais afastadas.
- Leia também: Robôs e IA ganham espaço no desfile de 7 de Setembro
Amanda Brito, de 21 anos, secretária, contou que aguardava havia mais de 30 minutos por um ônibus para São Sebastião. Segundo ela, a oferta de coletivos parecia menor do que a necessária para o movimento do feriado. “Como está reduzido a espera aumenta. Por ter tido o evento aqui do 7 de Setembro, creio eu que eles deveriam estar com a rota do dia de semana, que tem mais ônibus do que uma rota de feriado”, afirmou.
Ela contou que o trajeto entre a Rodoviária e São Sebastião costuma levar cerca de uma hora, mas a espera pelo coletivo aumentou ainda mais o tempo necessário para chegar em casa. A passageira também criticou a situação mesmo com a gratuidade do transporte. “É complicado, porque a gente fica com aquela sensação que o imposto que a gente paga não está indo para lugar nenhum”, disse.
Outro passageiro, Gabriel Lopes, 29, vendedor, relatou uma experiência semelhante. O morador do Itapoã reclamou que a oferta de ônibus costuma ser menor aos fins de semana e feriados. "Os governantes precisam entender que da mesma forma que pessoas vão aproveitar o feriado, tem as pessoas que precisam trabalhar e dependem dos ônibus. Toda vez é essa dificuldade", relatou.
Segundo o vendedor, a espera naquele momento chegava a aproximadamente 30 minutos. O deslocamento até sua casa pode levar entre 40 e 50 minutos sem trânsito. "Esse tempo aumenta ainda mais com engarrafemento. Espero que não seja o caso hoje", acrescentou Lopes.
Patrick André, 28, auxiliar de serviços gerais, afirmou que a situação é recorrente aos fins de semana e feriados. O passageiro destacou que além os ônibus costumam circular lotados e que muitos vezes precisa fazer o trajeto em pé. “Hoje a passagem é de graça, mas se tivesse mais ônibus seria melhor. Seria bem melhor”, afirmou.

Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF