
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios reuniu, nessa segunda-feira (5/10), representantes de diversos órgãos públicos para definir ações de recuperação da área da Ponte do Bragueto. Entre elas, estão a elaboração de um plano urbanístico, melhorias na manutenção, a busca de novos usos para o espaço e o atendimento às pessoas em situação de rua.
O órgão considera que o local enfrenta problemas de segurança e conservação, com registros de uso e tráfico de drogas, ocupações irregulares e acúmulo de resíduos. A nova proposta é combinar medidas de segurança, urbanismo, limpeza, assistência social e fiscalização para enfrentar os problemas da área.
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A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) será acionada para elaborar o projeto urbanístico, e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) será consultado sobre alternativas para a coleta de materiais recicláveis. A Administração Regional do Plano Piloto deverá avaliar a possibilidade de incluir o local no programa Adote uma Praça, que permite parcerias com pessoas e empresas para cuidar e promover melhorias em espaços públicos.
O MPDFT também pedirá informações à Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) e à Caesb sobre as responsabilidades e providências relacionadas à água, saneamento e manutenção. O Departamento de Estrada e Rodagem (DER) do DF ficará responsável por esclarecer questões sobre o uso e gestão da área da ponte.
Na reunião, a integração da área da ponte com a orla do Lago Paranoá, que permitiria a circulação de pedestres e ciclistas, também foi discutida. A proposta do órgão é que as ações alcancem, além do espaço sob a ponte, outras áreas públicas ao redor.
Cidades DF
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