
Os feitos de Lionel Messi no futebol todo mundo conhece, mas a trajetória financeira do craque argentino também chama atenção.
Aos 38 anos, o jogador se tornou bilionário e atingiu um marco reservado a poucos atletas na história do esporte.
Segundo estimativas da Forbes, o patrimônio do camisa 10 chegou a US$ 1,1 bilhão em 2026, valor que corresponde a aproximadamente R$ 5,69 bilhões na cotação atual.
A origem da fortuna
A fortuna foi construída ao longo de décadas de sucesso no futebol, mas não se limita aos salários recebidos dos clubes pelos quais atuou.
Grande parte da riqueza acumulada por Messi surgiu justamente da valorização de sua carreira esportiva.
Reconhecido mundialmente como um dos maiores jogadores de todos os tempos, ele passou a figurar com frequência entre os atletas mais bem remunerados do planeta.
Apenas na temporada de 2025, seus ganhos salariais foram estimados entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões.
Em 2008, por exemplo, seus faturamentos anuais giravam em torno de US$ 11,9 milhões. Já em um dos contratos mais lucrativos de sua carreira, firmado entre 2017 e 2018, o acordo envolvia uma remuneração adicional de cerca de US$ 177 milhões.
Patrocínio forte
Fora dos gramados, o argentino também transformou sua imagem em uma poderosa fonte de receita.
Empresas globais disputam associações com sua marca pessoal, o que garantiu ao atleta aproximadamente US$ 70 milhões em patrocínios apenas na última temporada.
Ao longo da carreira, estima-se que os contratos publicitários tenham rendido cerca de US$ 600 milhões.
Em vez de concentrar os ganhos apenas no futebol, Messi ampliou seus investimentos para diferentes setores da economia.
Atualmente, ele possui participação em empreendimentos ligados à hotelaria, comércio, fundos imobiliários, bebidas esportivas, restaurantes e até clubes de futebol.

Mariana Morais
Mariana Morais
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