
A morte do jornalista Caíque Verli, de 33 anos, foi confirmada nesta quinta-feira (23), provocando comoção entre colegas de profissão e profissionais da TV Gazeta, afiliada da Globo no Espírito Santo.
O repórter foi encontrado sem vida no apartamento onde morava, em Vitória. Natural de Carangola, em Minas Gerais, ele atuava na cobertura de segurança pública e era reconhecido pelo trabalho na emissora.
Segundo as informações divulgadas, amigos acionaram uma equipe do Samu após encontrarem Caíque no imóvel durante a manhã.
A Polícia Científica também esteve no local, confirmou o óbito e iniciou os procedimentos periciais. As circunstâncias da morte seguem sob investigação.
Em nota, o editor-chefe da TV Gazeta e do g1 ES, Bruno Dalvi, destacou o comprometimento do jornalista com a profissão e lembrou a dedicação demonstrada ao longo da carreira.
"Era um jornalista muito comprometido com o trabalho, responsável, e cultivava boas fontes, principalmente na área de segurança pública, onde ficou reconhecido por sua atuação. Era um jovem alegre, animado, querido por todos os colegas.
Hoje é um dia difícil para nós, da redação, mas vamos honrar a memória dele da forma que ele mais acreditava: fazendo jornalismo! Caique era repórter, e um repórter tem a nobre missão de informar. É isso que faremos, ainda que com o coração partido, com o mesmo compromisso que ele sempre teve".
A editora e apresentadora do telejornal Gazeta Meio Dia, Rafaela Marquezini, também prestou homenagem ao colega.
Ao recordar a convivência profissional, ela ressaltou a sensibilidade de Caíque na apuração das reportagens e o respeito com que tratava as pessoas retratadas em seu trabalho.
"Ele tinha muito cuidado com as fontes e respeito pela dor do outro. Tinha um faro apurado pelas notícias, era apaixonado por jornalismo. Vai fazer muita falta nas telas e na nossa redação."

Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
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