
A investigação sobre o acidente que matou o cantor Rick, da dupla com Renner, e outras quatro pessoas ganhou um novo detalhe nesta terça-feira (29), exatamente uma semana após a queda.
Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), o helicóptero Bell 430 que transportava as vítimas voava em uma área de espaço aéreo não controlado.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
A classificação significa que o piloto não tinha obrigação de manter comunicação com os órgãos responsáveis pelo controle do tráfego aéreo.
A aeronave, de prefixo PP-MGR, fazia o trajeto entre Porto Belo e Criciúma quando o acidente aconteceu na região de Urubici, na Serra catarinense.
A decolagem ocorreu às 10h30, em Porto Belo. O planejamento indicava chegada a Criciúma às 11h24, mas o voo não foi concluído.
Conforme a FAB, o último sinal emitido pelo helicóptero foi registrado às 11h34. Um minuto depois, às 11h35, a aeronave caiu em uma área de mata de Urubici.
O acidente ocorreu em 21 de setembro e deixou cinco mortos. Entre as vítimas estava Rick, integrante da dupla sertaneja com Renner. Nesta terça-feira (29), a ocorrência completa uma semana.
As condições meteorológicas também fazem parte da apuração conduzida pela FAB. No momento do acidente, a região serrana apresentava "condições climáticas na região serrana eram desfavoráveis, com chuva forte, ventos intensos e baixa visibilidade devido à alta nebulosidade", conforme informou a Força Aérea.
Apesar do cenário meteorológico, a investigação apontou até o momento que não havia uma restrição específica impedindo o voo naquela área.
A conclusão apresentada pelo especialista é de que "não havia uma proibição que aquela aeronave voasse naquela região naquele momento".
A apuração das circunstâncias que levaram à queda continua sob responsabilidade da FAB.
Ver esse post no Instagram
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais