
Juliana Knust, que estreou como musa do Cordão da Bola Preta em 2025, vai repetir o posto neste Carnaval, no Rio de Janeiro, e comentou sobre o desafio de assumir o cargo em meio a um cenário extremamente etarista e misógino.
Em entrevista ao site Heloísa Tolipan, a artista indicou que o posto de musa chega como símbolo de uma mulher de potência. "É libertador! Quando a gente passa dos 40, a sociedade tenta empurrar a mulher para um lugar de "já foi"", disse.
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"E eu sinto exatamente o contrário: estou mais inteira, mais dona de mim, mais interessante. Ser musa depois dos 40 não é sobre corpo, é sobre energia, alegria e movimento", explicou Juliana Knust. "O recado é simples: a mulher não perde valor com o tempo, ela ganha repertório. Ganha história, cicatriz, humor, maturidade… a beleza muda, e ainda bem. Porque hoje ela vem junto com consciência, voz e escolha", afirmou ela.
Bem resolvida consigo e com sua autoestima, Juliana Knust aprendeu a lidar com críticas da melhor forma. "Nem todo comentário merece resposta, nem toda opinião merece moradia dentro da gente. Quando algo pesa, eu silencio, respiro, volto para o mundo real". E afirma, que rir de si mesma também virou uma estratégia poderosa: "Isso desmonta muito julgamento", afirmou.

Diversão e Arte
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