Exposição

CAL/UnB inicia circuito de mostras coletivas de 2026 com duas exposições

O primeiro ciclo de 2026 traz as mostras 'Tecidual: Modos de Olhar' e 'Arte Leve', que ficam abertas até o dia 9 e 6 de maio, respectivamente

CAL/UnB inicia Ciclo de Exposições de 2026 -  (crédito: Divulgação)
CAL/UnB inicia Ciclo de Exposições de 2026 - (crédito: Divulgação)

A Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília (CAL-UnB DF) abre o primeiro ciclo de exposições de 2026 com duas mostras coletivas. A partir das 19h desta quinta-feira (19/3) as exposições destacam a diversidade e os novos modos de circulação da arte contemporânea no Brasil. As exposições têm entrada gratuita e reúnem artistas de diferentes regiões do Brasil e as propostas que transitam entre experimentação estética e reflexão sobre processos artísticos. 

Ao Correio, o diretor da CAL, Gregorio Soares, explica que essas são duas exposições coletivas que inauguram o primeiro ciclo de mostras do ano, dentro de uma programação com quatro ciclos anuais. “A gente abre com duas mostras grandes e diversas, que trazem recortes importantes da produção contemporânea.”

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Com curadoria de Thaina Lima, Tecidual: Modos de Olhar é uma das mostras e reúne 33 artistas, além de um coletivo e obras do acervo da instituição, para explorar o tecido como linguagem e campo de relações. A exposição propõe um percurso que atravessa questões como corpo, memória, gesto e política, a partir de diferentes abordagens da arte têxtil. A exposição segue aberta até o dia 9 de maio

“É uma exposição que reflete aspectos das artes visuais a partir da linguagem do têxtil. Temos um percurso bastante transversal e heterogêneo sobre esses modos de fazer”, destaca Soares.

Arte leve é outra exposição. Com curadoria de Érica Burini e organização da Casa Yara DW, apresenta um experimento singular de circulação artística. As obras foram enviadas pelos Correios, com limites de até 500 gramas e dimensões máximas de 40 x 40 centímetros. Arte Leve segue em exposição até o dia 6 de maio

A mostra reúne 27 artistas selecionados entre 471 propostas de todo o país e compõe um panorama diverso da produção contemporânea brasileira, com representantes de todos os estados e do Distrito Federal. “É um recorte muito interessante das regiões do Brasil, com trabalhos que apontam caminhos instigantes para pensar a arte contemporânea”, afirma Soares.

Segundo o texto curatorial, Arte leve se apresenta como “um gesto de abertura”, com um mapa alternativo da arte no país e amplia possibilidades de acesso e circulação. A iniciativa dialoga com práticas que buscam descentralizar os circuitos tradicionais e dar visibilidade a novos artistas.

Serviço

1º Ciclo de Exposições de 2026

A partir desta quinta-feira (19), no Setor Comercial Sul, Q. 4, N. 170 – Ed. Anápolis, Brasília/DF, a partir das 19h. Entrada gratuita. Classificação indicativa livre.

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postado em 19/03/2026 17:01
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