CINEMA

Wagner Moura aposta em vitória de 'O agente secreto' no Oscar

Após quase 300 dias de campanha internacional, Wagner Moura diz que agora quer aproveitar o momento e mantém esperança na disputa pelo Oscar

Nos meses que antecedem a cerimônia do Oscar, Wagner Moura mergulhou em uma maratona de divulgação internacional para apresentar O agente secreto aos votantes da Academy of Motion Picture Arts and Sciences. O ator participou de programas de televisão, encontros com profissionais da indústria e eventos voltados à promoção do longa.

Agora, com a votação encerrada, ele afirma tentar desacelerar e aproveitar o momento. “Acabou agora o período de votação. Então, parece que o trabalho já foi feito. Agora é parar e curtir. Curtir mesmo a onda de estar indicado a um prêmio desse tipo e participar de um momento tão importante para o cinema brasileiro”, afirmou ao Fantástico.

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Na reta final da premiação, a expectativa segue alta. “Claro que vou dar entrevistas no tapete vermelho, participar de tudo. Mas o trabalho mesmo já acabou, que era convencer as pessoas a votarem no filme. Agora é aproveitar. Eu estou com muita esperança de que O agente secreto, na categoria de Melhor Filme Internacional, tenha uma boa chance”, analisou. 

A campanha de divulgação começou ainda na estreia do filme no Festival de Cannes e, desde então, já soma quase 300 dias de circulação internacional com o elenco e a equipe envolvidos em sessões especiais, entrevistas e encontros com votantes.

Segundo Moura, a rotina de promoção exige deslocamentos constantes e participação em diversos eventos organizados para apresentar o longa ao público da Academia. “É uma loucura. A gente viajou muito para lugares onde tem votantes da Academia. Tem muitos eventos, jantares e sessões especiais do filme”, contou.

Para o ator, a repercussão internacional do cinema brasileiro tem um impacto que vai além de eventuais prêmios. Ele vê nesse reconhecimento uma forma de ampliar a compreensão sobre o país e sua cultura. “Acho que isso tem uma importância grande na geração de identidade, no entendimento do que é o Brasil, com sua complexidade, suas belezas e suas tragédias”, disse.

 

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