
A série documental nacional As Pajés roda cinco biomas brasileiros para contar as histórias de oito mulheres indígenas de diferentes etnias. A produção realizada pela Atman Filmes contará com oito episódios de 26 minutos de duração. Os capítulos contarão as histórias de cada uma delas separadamente.
De acordo com a própria assessoria da produção, a série lançará um olhar sobre a atuação espiritual, política e comunitária das personagens. Por entre os diferentes cenários, serão mostradas práticas de cura, transmissão dos vastos conhecimentos ancestrais provenientes dos antepassados, e a exposição das relações das lideranças em questão com os respectivos territórios.
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A série documental acompanha as personagens a partir de uma abordagem observacional. A cineasta Carina Bini, criadora e diretora da série, ressalta que o principal objetivo da criação é mostrar narrativas indígenas pouco mostradas. Exemplos são a ginecologia natural, a medicina da floresta e os rituais ancestrais. Além de seguirem ativos, se mantêm em transformação.
"A série busca registrar modos de existência e de cuidado que atravessam gerações, a partir de uma escuta sensível e respeitosa dessas lideranças”, afirmou, via assessoria de imprensa. A série passará pelo Alto Xingu, no Mato Grosso; pelo Rio Grande do Sul; pelo Ceará; Pernambuco; Bahia; Maranhão e Mato Grosso do Sul.
As Pajés é uma produção da Atman Filmes, em parceria com a produtora criativa Aleteia Selonk, da Okna Produções. O pré-lançamento nacional da série tem previsão para acontecer em maio de 2026, no Museu Nacional dos Povos Indígenas, no Rio de Janeiro (RJ). Em seguida, um circuito de exibições passará pelos locais onde os documentários foram gravados. Posteriormente, a série será disponibilizada para o público. O projeto contou com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC).

Diversão e Arte
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