A eliminação de Solange Couto no Big Brother Brasil 26 reacendeu um dos aspectos mais emblemáticos do reality: as rejeições históricas que marcam a trajetória do programa. Ao longo de mais de duas décadas no ar, o BBB acumulou saídas com porcentagens expressivas, frequentemente impulsionadas por conflitos intensos, desgaste com o público e forte mobilização nas redes sociais.
Na noite de terça-feira (31/3), a atriz deixou a casa com 94,17% dos votos, no 12º Paredão, disputado contra Jordana e Marciele. O índice não apenas representou a maior rejeição da temporada, como também posicionou seu nome entre os maiores percentuais já registrados na história do reality. A passagem de Solange pelo BBB 26 foi marcada por embates recentes dentro da casa, fator que contribuiu diretamente para sua saída expressiva.
O ranking histórico do programa evidencia como algumas edições potencializaram esse fenômeno. No topo da lista está Karol Conká, eliminada do Big Brother Brasil 21 com 99,17% dos votos, seguida por Nego Di, que saiu com 98,76%, e Viih Tube, com 96,69%. Também figuram entre as maiores rejeições nomes como Aline dos Santos, com 95%, e Patrícia Leitte, que deixou o programa com 94,26%.
Mais do que números isolados, as grandes rejeições funcionam como um termômetro da relação entre audiência e participantes. Ao longo dos anos, o reality consolidou a dinâmica em que atitudes controversas, conflitos mal recebidos e narrativas desgastadas se traduzem em eliminações quase unânimes.
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