Oficina

Ecos Ancestrais promove ciclo de oficinas gratuitas sobre maracatu

Projeto que busca ampliar o acesso à cultura popular afro-brasileira reúne formação musical, confecção de instrumentos e troca com mestres da tradição pernambucana

Entre maio e setembro, o projeto Ecos Ancestrais realiza uma série de oficinas gratuitas voltadas ao universo do Maracatu de Baque Virado — manifestação cultural que une música, dança e rituais de matriz africana em um cortejo real. As atividades ocorrerão gratuitamente na Casa de Cultura do Guará. 

Serão seis oficinas abertas ao público, com uma programação que integra vivências práticas sobre os toques tradicionais do maracatu-nação, além de ações de confecção e manutenção de instrumentos, produção de figurinos e fortalecimento das atividades do grupo.

As oficinas serão conduzidas  por integrantes do Zenga Baque Angola, grupo que nasceu a partir do encontro entre batuqueiros de Brasília e o mestre Hugo Leonardo, regente da Nação de Maracatu Leão da Campina, que é referência na tradição do maracatu pernambucano.

As atividades abordam instrumentos como alfaia, caixa, gonguê, agbê e ganzá, além de encontros dedicados à prática de conjunto e à presença do maracatu nos cortejos e avenidas.

Ministrada por Samia Gomes, a primeira oficina foi realizada no dia 17 de maio. As próximas estão previstas para os dias 24 de maio (Oficina de Caixa, com Leonardo Balbino), 28 de junho (Oficina de Gonguê, com Jorge do Pandeiro) e 16 de agosto  (Oficina de Alfaia, com Alessandra Rosa). 

Além das oficinas, o grupo também faz ensaios abertos aos domingos na Casa de Cultura do Guará. As datas dos ensaios podem ser conferidas no perfil do Zenga Baque Angola, no Instagram. 


Serviço

Projeto Ecos Ancestrais 

De maio a setembro, na Casa de Cultura do Guará (QE 25, Guará 2). Inscrições gratuitas através do link. 

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