
Servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciaram uma greve contra medidas da atual direção do instituto, presidida pelo economista Marcio Pochmann. O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (17/8), durante entrevista organizada pela Assibge, entidade sindical que representa os trabalhadores do órgão.
A associação não informou o número de grevistas, mas confirmou a adesão de servidores de ao menos três unidades. O movimento inclui o núcleo estadual da Bahia, além da sede e da superintendência do IBGE no Rio de Janeiro.
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Segundo o sindicato, a paralisação contesta decisões que classifica como "autocráticas" e "ilegais" da gestão Pochmann. Os trabalhadores criticam alterações relacionadas à remuneração de agentes de coleta e ao regime de trabalho de servidores aprovados no último Concurso Público Nacional Unificado (CNU).
O que diz o IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou, em nota, que segue funcionando normalmente e cumprindo o plano de trabalho.
"A direção do Instituto mantém diálogo permanente com seus servidores, sempre nos espaços institucionais adequados e dentro dos marcos legais e administrativos vigentes", afirmou o IBGE em comunicado.
O órgão afirma que as medidas adotadas pela atual gestão têm como objetivo assegurar a modernização institucional, o fortalecimento das carreiras e a adequada organização do trabalho, preservando a capacidade do Instituto de cumprir sua missão de Estado.
"O compromisso da direção permanece sendo garantir a continuidade e a qualidade da produção das estatísticas e informações geográficas oficiais, fundamentais para o conhecimento da realidade brasileira e para a formulação e avaliação de políticas públicas", conclui a nota.
Com informações da Agência Estado.
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As regras de progressão na carreira também estão entre os pontos questionados. A Assibge afirma que o presidente do instituto se recusa a atender os representantes dos trabalhadores. A atual diretoria do sindicato, eleita em outubro do ano passado, não é recebida pela presidência há 11 meses.
De acordo com a diretora da Assibge, Clician Oliveira, não há indicativo de impacto no calendário de divulgação das pesquisas do IBGE até o momento. O instituto foi procurado, mas não se pronunciou até a publicação desta reportagem.
Com informações da Agência Estado
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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