
Em casa, o Brasil subiu ao pódio pela primeira vez na história ao conquistar o bronze por equipes no feminino no Campeonato Mundial de Marcha Atlética por Equipes 2026. No coração da capital, o terceiro lugar na maratona veio por meio da soma dos resultados de Viviane Lira (5ª), Gabriela de Sousa (8ª) e Mayara Luize Vicentainer (9ª). O ouro ficou para as equatorianas, enquanto a Itália levou para casa a medalha de prata.
A Seleção Brasileira Feminina foi para a disputa com Mayara Luize, Thaissa Gabrielle, Eliany Pereira, Viviane Lyra e Gabriela de Sousa. Com a vibração dos brasileiros que acompanhavam a disputa, a carioca Viviane chegou a flertar com a prata no individual, mas foi superada pelas adversárias e encerrou a prova na quinta colocação. O pódio ficou para a equatoriana Paula Torres. A atleta defendeu o primeiro lugar do inicío ao fim
A medalha de bronze tem um peso especial para o Brasil na categoria feminina. Após anos batendo na trave, subiram pela primeira vez ao pódio, e em casa, com o carinho e o apoio da torcida nas ruas do coração de Brasília. O resultado destaca a força da equipe na categoria. Os resultados costumam vir em pódios individuais ou no masculino. Historicamente, o Brasil buscava superar o domínio de potências como Peru e China.
Viviane Lyra, um dos principais nomes do feminino na atualidade, encerrou a competição com 3h24min54s. Durante o trajeto, a carioca pôde sonhar com a prata, mas na reta final caiu de posição. A atleta exaltou a união e o trabalho coletivo dentro e fora das pistas.
“Não é a modalidade de um atleta específico, é de todo um grupo. Foram muito importantes os 14 dias que passamos em Brasília para termos pertencimento Incrível. Todo o grupo está de parabéns pela guerra”, destacou.
Em oitavo lugar, Gabriela de Souza finalizou a maratona com a marca de 3h46min7s, Mayara Luize veio logo atrás com 3h47min9s. "O grupo da maratona não desistiu em momento nenhum. Entregamos nosso melhor, apesar dos imprevistos e dores. É mérito da equipe disciplinar que trabalha conosco. Somos muito felizes e muito gratas por escrever mais um capítulo da marcha atlética”, concluiu Viviane.
Membro da fábrica de medalhas Centro de Atletismo de Sobradinho, o Caso, Gabriela Muniz exaltou o fator casa. “A torcida, hoje, fez toda a diferença. Reconheci algumas pessoas (na torcida), porque são muitas voltas (risos). Estou muito feliz, é gratificante”, celebrou.
*Estagiária sob a supervisão de Marcos Paulo Lima

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