
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anuciou, nesta sexta-feira (14/8), que se juntou ao Comitê Olímpico Internacional (COI) na decisão de banir mulheres trans em competições nacionais de quadra e praia. Com isso, será necessária a apresentação de teste genético negativo para o gene SRY. Ele atua como desencadeador do desenvolvimento masculino.
"A CBV passa a seguir - a partir de hoje - os critérios e fundamentos da Política de Proteção da Categoria Feminina do COI - publicada em março deste ano - que limita a elegibilidade nessa categoria exclusivamente às atletas do sexo biológico feminino. Essa verificação é feita por testagem e triagem do gene SRY - tendo como ressalvas apenas condições excepcionais previstas na política da entidade", afirmou a entidade, por meio de nota.
As únicas exceções à regra serão as apresentações de quadros de condições raras detectadas por avaliação especializada, como Distúrbios do desenvolvimento sexual, por exemplo. "A CBV disponibilizará ou facilitará, quando razoavelmente possível, o acesso a orientação médica independente, apoio psicológico e medidas de salvaguarda, especialmente quando o resultado revelar condição anteriormente desconhecida", diz trecho da política adotada pela CBV.
A nova regra valerá para todas as jogadoras da Superliga A e B (a partir da temporada 2026/2027), a Copa do Brasil 2027, a Supercopa 2026, CBVP Challenger 2027 e Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2027.
Saiba Mais

Esportes
Esportes
Esportes
Esportes
Esportes
Esportes