
O julgamento realizado na Argentina diante da morte do ex-jogador e ídolo nacional, Diego Armando Maradona, foi adiado nesta quinta-feira (20/8). Advogados responsáveis pela defesa notaram inconsistências nos exames médicos renais do atleta usados em perícia. Eles pertenceriam, na realidade, ao pai de Diego.
Segundo informações do jornal argentino Clarín, a dúvida surgiu durante uma audiência na terça-feira (18/8). Os documentos teriam um número de associado distinto do que foi registrado junto ao do ex-atacante. Há indícios de que, pelo menos, parte deles pertença ao pai, Diego "Chitoro" Maradona, morto em 2015.
Por isso, ficou decidido por parte do tribunal que o julgamento seja suspenso até 27 de agosto, próxima quinta-feira. Além disso, determinou a apreensão dos exames médicos em uma clínica e na empresa privada responsável por atender Maradona. Foram apreendidos, ao todo, 19 exames renais.
Apesar disso, o tribunal afirma que o trabalho da junta médica não será invalidado mesmo que seja comprovado o pertencimento dos exames ao pai de Maradona.
Sete profisssionais de saúde são acusados de homicídio com dolo eventual pela morte do ídolo, em razão de negligência médica. De acordo com a acusação, os profissionais tinham consciência de que as ações e decisões tomadas poderiam ser determinantes na morte de Diego.
Saiba Mais

Esportes
Esportes
Esportes
Esportes
Esportes
Esportes