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Pedidos para novos editais da PRF somam 533 vagas; veja detalhes

Polícia Rodoviária Federal solicitou dois novos concursos ao Ministério da Gestão e Inovação

Giovanna Rodrigues
postado em 19/06/2026 10:12
Os novos pedidos reforçam a estratégia da corporação de recompor o quadro de servidores -  (crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil)
Os novos pedidos reforçam a estratégia da corporação de recompor o quadro de servidores - (crédito: Tomaz Silva/Agência Brasil)

A Polícia Rodoviária Federal encaminhou ao governo federal novos pedidos de autorização para concursos PRF. Juntas, as solicitações somam 533 vagas, que estão distribuídas pelas áreas policial e administrativa. 

Os pedidos foram enviados ao Ministério da Gestão e da Inovação (MGI) por meio do Ministério da Justiça e Segurança Público (MJSP), e agora, aguardam análise para possível inclusão no Orçamento da União de 2027. 

Os novos pedidos reforçam a estratégia da corporação de recompor o quadro de servidores diante do aumento das vacâncias, das aposentadorias previstas para os próximos anos e da necessidade de ampliar a capacidade operacional da instituição.

O pedido para a área de policial rodoviário federal prevê 269 vagas. Para ingressar na carreira o candidato deve possuir ensino superior completo em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tipo B. Atualmente, a remuneração inicial do policial rodoviário federal é de R$12.862,33, já considerando o auxílio-alimentação. 

Além da área Policial, a corporação também solicitou autorização para um novo concurso para a área administrativa, com 264 vagas para o cargo de agente administrativo. A carreira exige apenas o nível médio completo e conta atualmente com remuneração inicial de R$7.297,28.

Segundo a PRF, a necessidade de novos servidores está relacionada ao reforço do efetivo policial da corporação. Hoje, a instituição possui efetivo legal de 13.098 policiais e defende a ampliação do quadro para atender às demandas operacionais em todo o país.

Outro argumento apresentado pela corporação é a necessidade de substituir policiais rodoviários federais que hoje exercem funções administrativas. Com novos agentes administrativos, esses servidores poderiam retornar às atividades operacionais e de fiscalização. 

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