
O passageiro da American Airlines que foi imobilizado com fita adesiva em um voo para Newark, nos Estados Unidos, alegou não se lembrar do incidente. Arthur Layne Lundeen, de 67 anos, compareceu a um juiz um dia após ser preso durante um pouso de emergência em Baltimore.
"Não me lembro de nada do que aconteceu", disse Lundeen no início da audiência, segundo áudio obtido pelo jornal The Banner. "Eu agredi um policial? É isso que diz?", teria perguntado ao examinar as acusações.
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Após analisar os documentos, ele acrescentou: "Meu Deus! Que confusão. Não me lembro de nada disso."
Lundeen foi demitido de seu cargo como corretor de imóveis na Long Realty após ser identificado no voo 618. O episódio ocorreu depois de uma discussão sobre religião com Jonathan Cahn, um rabino messiânico sentado ao seu lado.
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Cahn afirmou que Lundeen começou a gritar "Jesus é uma porcaria!" antes de proferir insultos racistas e homofóbicos contra um comissário de bordo negro. O rabino também relatou que foi atacado e teve seu laptop quebrado.
"Nunca vi alguém mudar da luz para as trevas em uma fração de segundo como vi naquela ocasião", revelou Cahn em um vídeo no YouTube. "Ele passou de uma pessoa extremamente amigável para alguém sombrio."
'Todos nós vamos morrer. Este avião vai cair!'
O empresário Richard O'Lenick, de 53 anos, um dos homens que ajudou a dominar Lundeen, descreveu o estado do passageiro. "Não gosto muito de voar, e ele simplesmente olhou para mim e disse: 'Todos nós vamos morrer. Este avião vai cair'!", contou O'Lenick, de acordo com o Daily Voice.
Arthur Layne Lundeen enfrenta acusações estaduais de agressão de segundo grau e conduta desordeira. O FBI ainda entrevista os envolvidos e testemunhas para avaliar com o Ministério Público Federal se serão apresentadas acusações federais.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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