
Minutos após o presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, se declarar inocente de todos os crimes os quais é acusado perante a Justiça dos Estados Unidos nesta segunda-feira (5/1), o líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), afirmou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, “defende a bandeira do Brasil, a paz na América do Sul, a democracia e a soberania nacional”.
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A declaração foi dada por meio de uma publicação na conta do X (antigo Twitter) do político, onde ele também fez críticas à extrema direita.
“A extrema direita tentou o golpe com apoio militar. Fracassou. Depois, tentou pressionar o Brasil de fora, defendendo sanções, tarifas e até intervenção estrangeira. Fracassou de novo”, disse o parlamentar. Ele também citou o dia 8 de janeiro, dizendo que “não haverá anistia, não haverá perdão e não haverá acordo com quem atacou a democracia”.
“O julgamento, a condenação e a prisão de Bolsonaro mostraram ao mundo que o Brasil não aceita chantagem, nem interna, nem externa. [...] Golpe é golpe. E o Brasil escolheu a democracia”, acrescentou o petista.
A extrema-direita tentou o golpe com apoio militar.
— Lindbergh Farias (@lindberghfarias) January 5, 2026
Fracassou.
Depois, tentou pressionar o Brasil de fora, defendendo sanções, tarifas e até intervenção estrangeira.
Fracassou de novo.
O 8 de janeiro nos lembra: não haverá anistia, não haverá perdão e não haverá acordo com quem… pic.twitter.com/oJ0h9ceUjz
A declaração ocorre em meio à tomada de poder da Venezuela pelos Estados Unidos, realizada no último sábado (3) com a prisão do presidente deposto Nicolás Maduro. O presidente norte-americano, Donald Trump, por sua vez, chegou a declarar que está no comando do país latino e está discutindo os próximos passos com as novas autoridades venezuelanas, lideradas pela presidente interina, Delcy Rodríguez.
O novo líder da oposição na Câmara, deputado Cabo Gilberto (PL-PB), por sua vez, chegou a publicar uma nota na mesma rede social, onde afirma que os recentes acontecimentos na Venezuela “marcam o fim de um dos períodos mais sombrios da história recente da América Latina”.
“É imperativo restabelecer a verdade diante das narrativas que tentam transformar um tirano em vítima: Nicolás Maduro nunca foi um líder democrático. Maduro foi um ditador sanguinário, responsável por conduzir uma máquina de repressão que esmagou sistematicamente a oposição política, silenciou a imprensa livre e forçou milhões de venezuelanos ao exílio para fugir da fome e da miséria”, citou o deputado bolsonarista.

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