Trama golpista

Lula em ato do 8/1: "Não temos o direito de esquecer o passado"

No pronunciamento lido durante a solenidade que marca os atos de 2023, o presidente recorreu à literatura para destacar a importância de aprender com o passado

Petista alertou para a necessidade de vigilância permanente em defesa das instituições -  (crédito:  Ricardo Stuckert / PR)
Petista alertou para a necessidade de vigilância permanente em defesa das instituições - (crédito: Ricardo Stuckert / PR)

Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (8/1), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um ato em defesa da democracia brasileira, marcado por um discurso de tom simbólico e reflexivo. A data reforça o caráter institucional do evento, que teve como foco a preservação da ordem democrática e a valorização da memória histórica do país.

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No pronunciamento lido durante a solenidade, Lula recorreu à literatura para destacar a importância de aprender com o passado. Ao citar o poeta e filósofo hispano-americano George Santayana — autor da frase “aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo” —, o petista alertou para os riscos do esquecimento histórico e para a necessidade de vigilância permanente em defesa das instituições.

Segundo o presidente, lembrar os episódios que ameaçaram a democracia não é um exercício de nostalgia, mas um compromisso com o futuro. “Em nome do futuro, não temos o direito de esquecer o passado”, afirmou, ao enfatizar que a democracia é uma construção contínua, que exige responsabilidade coletiva e respeito às regras do Estado de Direito.

Ao final do discurso, Lula reafirmou seu compromisso com os valores democráticos e encerrou a cerimônia com uma exaltação direta ao regime democrático. “Viva a democracia brasileira!”, declarou, sob aplausos, reforçando a mensagem central do ato: a memória como instrumento de proteção e fortalecimento da democracia no país.

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postado em 08/01/2026 14:48
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