
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 20.506 candidaturas para as eleições de 2026. O número é o menor desde 2010, quando cerca de 22 mil pessoas se inscreveram para concorrer ao pleito daquele ano. Desde então, o volume de registros havia crescido consideravelmente, alcançando cerca de 29 mil em 2022.
Para à Presidência da República, 13 pessoas se candidataram. Os maiores números de registros foram para as Assembleias Estaduais, com 11 mil pessoas concorrendo, e para a Câmara dos Deputados, com cerca de 7 mil. Para o Senado Federal, foram 315 candidaturas.
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A maioria das candidaturas vieram do Partido Liberal (PL), com 1.625. Em seguida vem o MDB (1.387), o Republicanos (1.296), o Novo (1.293) e o Podemos (1.214). O partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ficou em oitavo com 1.095 registros.
Mulheres representam 34,82%
Segundo os dados do TSE, as candidaturas femininas neste ano equivalem a 34,82% do total, cerca de 7.140 registros. O percentual é o maior da série histórica, que supera o patamar de 30% desde 2014. Para este pleito, foram 13.366 candidaturas masculinas, o que equivale a 65,18% do total.
Porém, ao se analisar o número total de candidaturas femininas em outras eleições nacionais, os patamares caíram aos anteriores de 2014. Em 2014, o montante alcançou mais de 8 mil registros femininos. Em 2018, mais de 9 mil e, em 2022, chegou próximo de 10 mil, com 9.890 candidaturas femininas.
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Em 2026, a maior parte das mulheres são brancas (45,97%) e pardas (34,96%), com idade entre 45 a 49 anos (18,08%) ou 50 a 54 (16,11%). São principalmente filiadas ao PL (7,52%), ao MDB (6,85%) e ao Republicanos (6,01%). E estão localizadas em sua maioria no Sudeste (32,82%) e no Nordeste (26,20%).
A maior parte dessas mulheres vão concorrer como deputadas estaduais (53,43%) e federais (39,05%). Para à Presidência, foram apenas duas candidaturas: Samara Martins (UP) e Clariana Zacarkim Barão (DC). Em 2022, os registros de mulheres concorrendo à Presidência foram 4.

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