
O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) visitou nesta quarta-feira (19/8) a Feira de Guaianases, na Zona Leste da capital paulista, onde se encontrou com feirantes e consumidores. Ele criticou a alta dos juros e do preço dos alimentos, defendendo o corte de gastos públicos como um caminho para reverter esse cenário.
Segundo Zema, os feirantes apontaram a ele a redução do poder de compra, tendo em vista o aumento dos preços, apesar da manutenção dos salários. “O brasileiro tem vivido pior do que vivia antes, muito em função de um governo irresponsável que continua gastando muito mais que arrecada”, afirmou a jornalistas.
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O ex-governador de Minas Gerais defendeu que um dos meios para melhorar o poder aquisitivo dos brasileiros é com uma redução da “gastança”, tendo em vista que os altos gastos públicos geram inflação e juros altos. Questionado sobre como seria esse corte, Zema disse que ocorreria “onde não afeta as pessoas”.
“É como a reforma administrativa. Hoje, o governo tem promoções automáticas, coisas que não acontecem em lugar nenhum do mundo. Nós temos que deixar a estrutura governamental mais enxuta, precisamos de uma reforma que inclua municípios, estados e a União”, explicou.
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Outros caminhos defendidos por Zema seriam uma nova reforma previdenciária, privatizações e melhorias nos programas sociais. “Na hora que fizer isso, dá para aplicar dinheiro em quem mais precisa”, defendeu. “Com um governo responsável, esse juros cai para 6%, vem uma economia de R$ 800 bilhões por ano, isso é duas ou três vezes o Bolsa Família”, afirmou.
Zema estimou que uma melhora na situação econômica brasileira “não aconteceria de um dia para o outro”, mas que seria um processo resultado de uma disciplina do governo no uso dos recursos públicos.

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