
O presidente do PT, Edinho Silva, minimizou a liderança do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro neste 1° turno. “São 2% de diferença, é muito pouco”, avaliou à jornalistas neste domingo (4/10).
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apontam o bolsonarista com 47% das intenções de voto, contra cerca de 45% do presidente e candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A disputa pela Presidência será definida entre os dois no dia 25 de outubro, no 2° turno.
Fique por dentro das notícias que importam para você!
Questionado sobre a estratégia de campanha nessa nova etapa, Edinho disse que o ponto será discutido com o presidente Lula nesta segunda-feira (5), em Brasília, na parte da tarde. No entanto, reiterou que o foco será um confronto entre os projetos que cada candidato representa.
Ele buscou vincular Flávio principalmente à milícia, mas também às mortes geradas pelo Covid-19, desmatamento, fome, submissão aos Estados Unidos e entrega de riquezas naturais para outros países. “Alguém que fala em nome da milícia não pode falar sobre segurança pública”, enfatizou.
Ele defendeu que, neste momento, o presidente Lula representa mudança e segurança, algo que o povo brasileiro estaria buscando. “Lula, o Brasil conhece. Flávio é incerteza, insegurança, alguém que tem mais ligações com a milícia do que com o povo brasileio”, disse.
Edinho destacou que o petista é defensor de reformas no Judiciário, “porque o que está aí não nos serve”. Além disso, apontou para reformas no Legislativo, “porque o modelo político brasileiro apodreceu”.
Questionado sobre possíveis alianças com outros partidos, Edinho disse que a campanha pretende conversar com “todas as lideranças que queiram construir um Brasil que não se entregue à milícia e que queira discutir o futuro”.
Política
Política
Política
Política
Política
Política