
O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) divulgou uma nota pública em que manifesta “veemente repúdio” aos atos de racismo e discriminação dirigidos à médica Rithiele Souza. No posicionamento, a entidade classifica as agressões como uma grave violação aos direitos humanos e à dignidade da pessoa, destacando que o racismo é um crime inafiançável e não pode ser tolerado ou relativizado em nenhuma circunstância.
Rithiele Souza foi chamada de 'macaca' por um bombeiro militar, que repercutiu um vídeo que a vítima publicou denunciando uma abordagem racista da Polícia Militar. A Polícia Civil do DF (PCDF) investiga o caso.
Na nota, o CRM-DF também expressa total solidariedade à médica e reconhece os impactos pessoais, profissionais e sociais provocados por práticas discriminatórias. "Consideramos tal conduta absolutamente inadmissível. O racismo é um crime inafiançável, uma afronta direta à Constituição Federal e não pode, sob nenhuma circunstância, ser tolerado ou relativizado. Reafirmamos nosso compromisso inegociável com a ética, o respeito, à diversidade e a defesa intransigente da honra e da dignidade de todos os médicos e médicas”, afirmou a entidade.
- Leia também: Subjetividade do racismo
Após a manifestação oficial, usuários da plataforma onde o caso repercutiu deixaram mensagens de apoio à profissional. “Solidariedade à nossa colega”, escreveu um internauta. “Estamos juntos nessa luta! Todos contra o racismo!”, afirmou outro. Já um terceiro destacou: “Sua trajetória, sua competência e sua força falam mais alto do que qualquer atitude preconceituosa”.
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