ELEIÇÕES 2026

Samara Mineiro defende prioridade à classe trabalhadora em ato com bancários

Em agenda de campanha, a candidata ao GDF pela Unidade Popular (UP) afirmou que, apesar do setor ser um dos que mais lucra no país, a classe ainda é menosprezada

Samara Mineiro, candidata ao GDF pela Unidade Popular (UP), ao lado do candidato da UP ao Senado Federal, professor Guilherme Amorim -  (crédito: Iago Mac Cord/CB/DA.Press)
Samara Mineiro, candidata ao GDF pela Unidade Popular (UP), ao lado do candidato da UP ao Senado Federal, professor Guilherme Amorim - (crédito: Iago Mac Cord/CB/DA.Press)

Em agenda de campanha durante a paralisação dos bancários nesta quinta-feira (20/8), a candidata pela Unidade Popular (UP) ao Governo do Distrito Federal (GDF), Samara Mineiro, defendeu que a classe trabalhadora deve ser a protagonista e prioridade em todos os processos de decisão política.

A candidata justificou sua presença no ato como um gesto de solidariedade à categoria e ressaltou que a mobilização ocorre em um dos setores de maior lucro do país, fruto do esforço da população e dos funcionários da área.

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“É fundamental que a gente priorize a classe trabalhadora ao longo de todo o processo de decisão política. Então, estar aqui com os bancários hoje, neste momento de luta em que a categoria se mobiliza, é fundamental para que a gente consiga fortalecer esse processo, prestando o nosso total apoio e solidariedade a essa causa tão importante, que é a de garantia de vida digna para esses trabalhadores”, explicou.

Questionada pelo Correio sobre a atual situação do Banco de Brasília (BRB), Samara classificou o cenário como um escândalo e afirmou que o caso reflete o funcionamento de uma estrutura financeira voltada a favorecer grandes empresários, os quais, segundo ela, não cumprem a legislação como a população trabalhadora.

Para reverter a crise na instituição numa eventual gestão, a candidata detalhou um plano de ação focado em auditoria, recuperação de recursos e maior controle estatal. Ela defendeu o confisco dos bens dos envolvidos no esquema de corrupção e defendeu a necessidade de envolver a sociedade nas decisões sobre o futuro da instituição.

“A gente precisa apresentar para a população qual é a real situação do banco e trazê-la para participar desse diálogo, para a gente ver a melhor forma de salvar o BRB, pensando que ele é um patrimônio do povo trabalhador e que a gente não pode perdê-lo. A gente não pode perder o BRB para a iniciativa privada e a gente precisa, inclusive, avançar com o processo de estatização total do Banco de Brasília”, exaltou a candidata.

 

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postado em 20/08/2026 14:27
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