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Boa notícia para o bolso: IPCA-15 de Brasília tem queda em agosto

Queda nos transportes, energia elétrica e alimentos puxa o índice para baixo; veja os produtos que ficaram mais baratos na capital federal

A queda nos preços das passagens aéreas foi um dos principais fatores para a queda da inflação registrada em Brasília -  (crédito: Freepik)
A queda nos preços das passagens aéreas foi um dos principais fatores para a queda da inflação registrada em Brasília - (crédito: Freepik)

A prévia da inflação oficial em Brasília registrou queda de 0,25% em agosto de 2026, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15). A última variação negativa havia ocorrido em agosto de 2025, com um recuo de 0,29%.

O resultado divulgado pelo IBGE mostra que, no ano, o IPCA-15 da capital federal acumula alta de 3,02%. Já no acumulado de 12 meses, a alta é de 4,33%. Em nível nacional, a queda apurada em agosto foi de 0,40%.

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Gráfico de barras do IPCA-15: variação mensal (azul) e acumulada (amarelo) por categoria
O gráfico detalha as variações do IPCA-15 de Brasília em agosto, evidenciando a queda geral e por setores como Transportes e HabitaçãoIBGE

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O que influenciou a queda

Quatro dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram quedas em agosto. O principal responsável pelo resultado negativo foi o setor de transportes, que recuou 1,10% e contribuiu com -0,25 ponto percentual para o índice geral.

As principais quedas dentro deste grupo foram:

  • passagem aérea: -14,16%

  • transporte por aplicativo: -8,96%

  • acessórios e peças: -1,84%

Por outro lado, alguns itens do mesmo setor subiram de preço, como seguro voluntário de veículo (1,91%), óleo lubrificante (6,47%) e conserto de automóvel (0,63%).

O grupo habitação também registrou queda (-1,13%), impactado principalmente pela energia elétrica residencial, que recuou 6,75%. A redução ocorreu devido à incorporação do Bônus de Itaipu nas faturas de agosto. Apesar disso, a bandeira tarifária amarela continua em vigor, com acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

A alimentação e bebidas apresentaram variação de -0,12%. As maiores quedas de preço foram observadas no tomate (-30,92%), na batata-inglesa (-25,18%), na cenoura (-25,74%) e na cebola (-10,73%). Já as altas ficaram por conta da refeição (0,71%), do leite longa vida (3,24%) e do mamão (16,34%).

Itens com maior alta

O grupo que mais pressionou o IPCA-15 para cima foi o de despesas pessoais, com alta de 0,52%. Os itens que mais subiram foram o cigarro (6,86%), a hospedagem (0,86%) e os custos com empregado doméstico (0,56%).

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 16 de julho e 14 de agosto de 2026. O indicador abrange famílias com renda de 1 a 40 salários-mínimos.

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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postado em 26/08/2026 11:23 / atualizado em 26/08/2026 11:24
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