
O cenário artístico brasileiro amanheceu de luto nesta sexta-feira (7) com a confirmação da morte da atriz Clodd Dias.
A artista, que tinha 49 anos e construiu uma trajetória marcada pela defesa da representatividade trans no audiovisual, participou de produções como "As Five", do Globoplay, e "Manhãs de Setembro", do Prime Video.
A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Artistas do Estado de São Paulo (Sated-SP). Até o momento, a família não informou a causa da morte nem os detalhes sobre a cerimônia de despedida.
Natural de Itapetininga, no interior de São Paulo, Clodd iniciou a carreira artística aos 14 anos. Anos depois, já morando na capital paulista, passou a estudar no Teatro Escola Célia Helena, onde concluiu a formação em 2001.
Ao lamentar a perda da atriz, o Sated-SP destacou sua importância para as artes cênicas e para a ampliação da representatividade LGBTQIAPN+ no país, ressaltando sua atuação em grupos reconhecidos nacionalmente.
"Mulher trans negra, Clodd é e representa uma falange fundamental na luta por representatividade e pioneirismo LGBTQIAPN+ nas artes cênicas, tendo integrado grupos de destaque como o Coletivo Negro e o Pessoal do Faroeste."

Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
Mariana Morais
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