A jornalista Joanna de Assis se pronunciou no X, antigo Twitter, sobre sua demissão da Globo. Nesta quarta-feira (19/8), em uma sequência de 16 tuítes, ela descreveu o encerramento do ciclo de 20 anos na emissora com um sentimento de "dever cumprido e um coração cheio de orgulho".
Joanna relembrou que entrou na empresa em 2006 como setorista do São Paulo e migrou para a televisão em 2008, após uma participação no programa Redação Sportv. Em sua trajetória, cobriu grandes eventos esportivos e atuou por quase três anos como correspondente em Nova York.
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Ela destacou trabalhos que considera especialmente importantes, como a reportagem sobre o escândalo de abusos sexuais na ginástica. A matéria teve repercussão internacional e rendeu diversos prêmios. A jornalista citou uma mensagem recebida do diretor de esportes da Globo, Renato Ribeiro, em 2018: “O que você fez 99% dos jornalistas não fazem em uma carreira toda”.
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Outros projetos lembrados foram o minidocumentário sobre Marcelo, jogador trans do Corinthians, e o podcast Nos armários dos vestiários, que, segundo ela, levou 15 anos para ser concluído. Joanna classificou essas produções como trabalhos de esporte ligados a causas sociais e direitos humanos.
A jornalista se vê como "contestadora, inconformada, incansável, imparável" e prometeu aos seguidores que não vai mudar seu estilo de apuração. Ela admitiu que a mudança de rota gera "um choque e uma mistura de sentimentos", mas ressaltou que toda empresa tem o direito de se reformular.
Ao agradecer a amigos, parceiros, fontes e ao público, Joanna afirmou que seguirá em frente com a mesma paixão de quando iniciou a carreira. Para finalizar, citou um trecho de uma música de Frank Sinatra: "THE BEST IS YET TO COME" (O melhor ainda está por vir), afirmando que o melhor trabalho é sempre o próximo.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
