
O presidente do Brasil em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (7/5) que a vigência provisória do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE) terá impactos no turismo brasileiro. Ao comentar sobre o assunto, em conversa com jornalistas no 10º Salão do Turismo, em Fortaleza, Alckmin ressaltou uma relação de “ganha-ganha” entre os blocos.
“O ganha-ganha não é só comércio exterior. Eu exporto mais para você, você exporta mais para mim. Então ganha a sociedade. Mas (o acordo entre Mercosul e UE) é também um ganho indireto no aspecto cultural, social e turístico”, afirmou o presidente em exercício, que substitui o chefe do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que participou de uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, nesta quinta (7).
Em vigor desde o primeiro dia de maio, o acordo Mercosul e UE tem sua vigência provisória porque o tratado ainda aguarda a aprovação no parlamento dos países França, Hungria e Polônia para ganhar o título de acordo permanente. Não há, porém, previsão de esse processo se concretizar.
Alckmin, ao repercutir o acordo entre Mercosul e UE com possíveis ganhos no turismo brasileiro, lembrou que reuniu-se na quarta-feira (6/5), com deputados da União Europeia oriundos de “mais de 15 países” que participam do bloco.
Essa reunião, comentada por Alckmin no Salão de Turismo, ocorreu no Palácio do Planalto e teve a embaixadora da União Europeia no Brasil, Marian Schuegraf, como uma das representantes da UE.
A vigência provisória do acordo, ainda na perspectiva do presidente em exercício, trará oportunidades à exportação de frutas produzidas no Brasil. “O Ceará, por exemplo, é um grande e importante produtor de frutas. Então é uma oportunidade enorme de você exportar aos 27 países da União Europeia", contou.

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