
“Ninguém é perfeito, eu não sou perfeito e mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto. Como somos pessoas públicas, isso acaba sendo explorado pelos nossos opositores. Nunca foi minha intenção desrespeitar ninguém, ainda mais a esposa do meu pai”, afirmou.
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Ele reconheceu o trabalho feito pela ex-primeira-dama à frente do PL Mulher e destacou que ela precisa ser “reconhecida” e “respeitada” pelos cuidados que ela mantém com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em prisão domiciliar. “Percorreu o Brasil inteiro por uma causa, valorizando e inspirando milhares de mulheres a ingressarem na vida pública e também o seu trabalho para ajudar as pessoas com doenças raras e os surdos”, explicou.
Assista ao vídeo
Ele reforçou que, para vencer o PT nestas eleições, é preciso que “todos entrem em campo” e o ajudem. Ele direciona o vídeo também à “militância” do PL, para que foque no objetivo principal de “resgatar o Brasil”.
“Não vamos transformar essa situação em mais motivos de ataques que podem e serão usados contra nós mesmos. Vamos evitar qualquer divisão. O momento exige união. O que nos une é muito maior que qualquer diferença”, disse.
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A crise entre madrasta e enteado ganhou força após a primeira-dama publicar dois vídeos nas redes sociais em que diz ter sido “maltratada” e “humilhada” pelo senador, revelando que os dois não mantêm contato desde o fim de 2025.
Desde então, Michelle deixou a liderança do PL Mulher, estrutura que ajudou a consolidar desde 2022 e criou o movimento “Imparáveis”. Ela também sinalizou ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, não querer participar da campanha presidencial de Flávio, e sobre ter dúvidas sobre uma possível candidatura ao Senado Federal nas eleições de 2026.

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