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Crise no STF: Renan Santos defende a prisão de ministros envolvidos

Candidato diz que ministros ligados ao caso Banco Master devem ser presos; ele defende ainda uma reforma profunda para limitar poderes da Corte

Renan Santos, candidato à Presidência, defende em encontro com apoiadores o afastamento de ministros do Supremo Tribunal Federal -  (crédito: Reprodução/Instagram)
Renan Santos, candidato à Presidência, defende em encontro com apoiadores o afastamento de ministros do Supremo Tribunal Federal - (crédito: Reprodução/Instagram)

O candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, defendeu nesta quarta-feira (16/9) que todos os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvidos no escândalo do Banco Master sejam afastados e presos. A declaração ocorreu durante um encontro com apoiadores em Londrina, no Paraná.

“O próximo presidente da República não tem de ter nenhum tipo de passado corrompido envolvido nesses escândalos, de modo a ser livre a fazer uma pressão junto ao senado e a população para que eles caiam”, disse Santos.

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O presidenciável também afirmou que as futuras nomeações para a Corte precisam ser “baseadas em figuras com reputação ilibada, e não mercadores que estão lá no STF fazendo negócios como temos hoje”.

Proposta de reforma

Renan Santos voltou a defender uma reforma do Judiciário para diminuir os poderes do STF. O candidato propõe critérios mais rígidos de nomeação e a limitação das decisões monocráticas.

Ele também citou a retomada de um “sistema de peso e contrapeso”, no qual “o Senado consegue fiscalizar o STF sem medo de retaliação porque o STF hoje tem os processos relativos aos senadores”.

As declarações ocorrem após o julgamento do STF na terça-feira, 15, sobre a abertura de investigação a respeito das relações do ministro Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Em uma “live” com seu coordenador econômico de campanha, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), Renan afirmou que o presidente da Corte, Edson Fachin, é “fraco” e descreveu a situação como “horrorosa”.

Com informações da Agência Estado

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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postado em 16/09/2026 13:32 / atualizado em 16/09/2026 13:33
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