
A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia a realização de uma concentração de eleitores na avenida Paulista neste domingo (4/10). A possibilidade do evento ganhou força devido à chance de a eleição ser decidida no primeiro turno.
O ato oficial da campanha, no entanto, permanece a reunião do comitê no Renaissance São Paulo Hotel, nas proximidades da avenida, onde a apuração dos votos será acompanhada. A área jurídica ligada ao candidato à reeleição atua para obter a liberação da Prefeitura de São Paulo para o evento na rua.
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Um ofício do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo, enviado à prefeitura, pediu que vias importantes da capital fiquem desimpedidas nos domingos de primeiro e segundo turnos. O TRE pede que a Avenida Paulista permaneça aberta à circulação de veículos, medida adotada nas três últimas eleições.
A pesquisa CNT/MDA indica que Lula teria 47,8% dos votos válidos, contra 42,1% de Flávio Bolsonaro. A avaliação é que fatores como a abstenção, que tem crescido nos últimos pleitos, podem definir a eleição já neste domingo.
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Existem incertezas sobre a autorização para o ato, pois o prefeito Ricardo Nunes apoia o adversário, Flávio Bolsonaro. Fontes afirmam que ele já teria tentado dificultar um evento realizado neste sábado.
Durante a concentração na manhã de sábado (3/10), na Rua Augusta, pessoas da campanha pediram aos apoiadores que ocupem a avenida no domingo para acompanhar a apuração. O ato enfrentou dificuldades com a Polícia Militar, que ameaçou prender motoristas e exigiu a retirada dos carros de som após um atraso na saída.
A situação foi contornada e, por volta das 11h30, a caminhada começou em direção à praça Roosevelt, em um trajeto de aproximadamente 1,8 quilômetro.
No evento, Lula discursou e criticou seu principal adversário, relacionando-o a desvios na Previdência Social e ao escândalo do Banco Master. Lula afirmou que seu governo prendeu o que chamou de "quadrilha da Previdência", que, segundo ele, foi criada durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Com informações da Agência Estado
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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