
Em 6 de fevereiro de 2021, o Brasil se despedia de Zezinho Corrêa, o carismático vocalista da banda Carrapicho, que faleceu aos 69 anos, vítima da covid-19. A data marca cinco anos da partida do artista, mas seu legado continua vibrante, imortalizado na batida contagiante que conquistou o planeta.
Do teatro ao fenômeno musical
Nascido em Carauari, no coração do Amazonas, José Maria Nunes Corrêa, o Zezinho, iniciou sua carreira artística no teatro. Após uma temporada de formação como ator no Rio de Janeiro, ele retornou a Manaus e, na década de 1980, assumiu os vocais do grupo Carrapicho. Foi ali que sua voz se tornou um dos maiores símbolos da cultura e da música do Norte do Brasil.
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O estouro mundial de 'Tic, Tic Tac'
O que começou como um sucesso regional explodiu e se tornou um fenômeno global em meados da década de 1990. A canção 'Tic, Tic Tac', com seu ritmo que mescla influências amazônicas, ganhou projeção internacional e conquistou o público em diversos países, especialmente na Europa. O hit levou a cultura brasileira para as paradas de sucesso mundiais e transformou Zezinho em um embaixador da alegria amazônica.
Legado e saudade
A trajetória do cantor foi eternizada na biografia 'Eu quero tic, tic, tac – A saga de Zezinho Correa', lançada em 2017. Mesmo após sua partida, a energia, o sorriso marcante e a voz inconfundível de Zezinho Corrêa permanecem vivos na memória de milhões de fãs, ecoando sempre que os primeiros acordes de seu maior sucesso começam a tocar.
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Este conteúdo foi gerado com o auxílio de inteligência artificial e revisado por um editor humano.

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