
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de Brasília registrou uma variação de -0,02% em agosto de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE. Esta foi a primeira queda mensal desde janeiro de 2024, quando o índice marcou -0,36%.
No acumulado do ano, a inflação na capital federal ficou em 3,06%. Já nos últimos 12 meses, o IPCA acumula uma alta de 4,42%. Em nível nacional, o índice apresentou uma queda de 0,32% em agosto.
Leia mais
-
IPCA desacelera para 0,07% em julho e fica em 4,44% nos 12 meses
-
Boa notícia para o bolso: IPCA-15 de Brasília tem queda em agosto
-
Inflação em Brasília quase zera, mas saúde e moradia pesam no bolso
O que puxou a inflação para baixo
Três dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram queda de preços. O grupo de habitação (-1,19%) foi o que mais influenciou o resultado negativo, com impacto de -0,16 ponto percentual. A principal razão foi o recuo de 7,22% no preço da energia elétrica residencial, devido à aplicação do Bônus de Itaipu nas faturas do mês.
Apesar da queda, a bandeira tarifária amarela permaneceu em vigor, adicionando R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Outra contribuição para a baixa veio do gás de botijão, que ficou 0,90% mais barato.
O grupo alimentação e bebidas também registrou deflação, com variação de -0,91%. Entre os itens que mais caíram de preço estão:
-
batata-inglesa: -27,95%
-
cebola: -16,40%
-
tomate: -12,91%
-
café moído: -5,17%
-
refeição: -0,63%
Por outro lado, alguns alimentos subiram de preço. Os destaques de alta foram o limão (41,79%), a banana-prata (7,60%) e a alcatra (1,63%).
Itens que ficaram mais caros
O grupo de despesas pessoais (1,32%) foi o que mais pressionou a inflação para cima. O avanço foi impulsionado pelo aumento nos preços do cigarro (22,89%), da hospedagem (4,19%) e do serviço de empregado doméstico (0,56%).
Saiba Mais
O setor de vestuário também apresentou alta de 1,36%. As principais influências vieram da camisa/camiseta masculina (1,44%), do sapato feminino (3,00%) e da joia (2,01%).
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e considera famílias com rendimento de 1 a 40 salários-mínimos. Para o cálculo de agosto, foram comparados os preços coletados entre 31 de julho e 31 de agosto de 2026 com os vigentes no período anterior.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF
Cidades DF