
Os quatros jovens de Birmingham, na Inglaterra, que fundaram o Black Sabbath abriram caminhos para o rock pesado com o disco de estreia em 1970. No período de pouco mais de uma década, até a saída do vocalista Ozzy Osbourne, foram oito álbuns que marcaram a história do gênero heavy metal. Nesta quarta-feira (22/7), completou-se um ano da morte do cantor. Integrantes da banda lamentam a perda do ícone da música.
Em mensagem nas redes sociais, o guitarrista Tony Iommi disse que ainda não consegue acreditar na perda do amigo com o qual mantinha contato frequente. “Eu o assisto no YouTube e parece que ele ainda está aqui conosco. Sempre nos mantivemos em contato, quase toda semana, e geralmente conversávamos sobre nossos problemas de saúde e depois sobre o que tínhamos feito naquela semana.”
Apesar de Ozzy ter deixado o Black Sabbath em 1979, a formação original se reuniu diversas vezes, como no Live Aid, em 1985, na turnê Ozzfest, em 1997, e no último encontro, Back to the beginning, em 2025, poucas semanas antes da morte do cantor.
“Há um ano, hoje — difícil de acreditar. Estou tão feliz por termos conseguido fazer o último show, de volta à nossa cidade natal, apenas algumas semanas antes de Ozzy nos deixar. Ele se foi fisicamente, mas seu legado permanece. Que lembranças incríveis. Ozzy para sempre!”, escreveu o baixista Geezer Butler.
Birmingham celebra o legado do músico nesta quarta-feira, batizada de Ozzy Day, que inclui apresentações da Orquestra Sinfônica da Cidade de Birmingham e do grupo Bostin Brass. As exposições Ozzy Osbourne: Working Class Hero e Back to the Beginning também estão abertas à visitação.
*Estagiário sob supervisão de Nahima Maciel
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