
Uma área estimada em 40 a 50 hectares foi consumida pelo incêndio que ocorre desde a noite de segunda-feira (5/10) na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Teresina, segundo o chefe-geral do instituto, Anísio Ferreira Lima Neto.
Ele informou que, como ainda há focos de incêndio, não é possível mensurar a extensão total dos danos. A estimativa total pode então aumentar ainda mais após o controle completo das chamas.
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O incêndio já é considerado o maior da história do instituto, e chegou a ser controlado, mas novos focos foram registrados na terça-feira (6/10) e na quarta-feira (7/10).
O incêndio também destruiu plantas nativas que eram estudadas pela instituição há mais de 30 anos, atingindo um banco ativo de germoplasma, que reúne espécies como mangaba, bacuri e cajá. “Isso trouxe danos, não vou dizer irreparáveis, mas profundos danos à pesquisa agropecuária e a esse banco de germoplasma”, afirmou o chefe-geral.
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