
A notícia caiu como uma bomba e não, ninguém estava preparado. Chuck Norris, o homem que parecia imortal, agora se foi. E olha, é estranho até escrever isso. Porque, por muito tempo, parecia que ele simplesmente não podia morrer.
Mas é aí bate a nostalgia. Não só pelos filmes, mas por tudo que o ator representou. Uma época em que heróis não precisavam de universo compartilhado, nem de CGI. Bastava presença, bastava entrar em cena e pronto, o respeito vinha junto.
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6. O Voo do Dragão – Apple TV+
Tang Lung viaja até Roma para ajudar os amigos de sua família a proteger um restaurante de uma gangue local. O que começa como um conflito simples escala rapidamente, culminando em um confronto lendário contra um artista marcial contratado para derrotá-lo.
Antes de tudo, vamos falar do momento que colocou Chuck Norris no radar do mundo inteiro. O Voo do Dragão não é só mais um filme de artes marciais. É aquele tipo de obra que entra para a história devido a uma única cena.
A luta contra Bruce Lee no Coliseu é absurda até hoje. Não tem exagero aqui. É tensão, respeito entre os personagens e uma construção que prende do começo ao fim. E o mais curioso? Norris não era o protagonista, mas você não esquece dele.
5. Comando Delta – MGM+
Após o sequestro de um avião por terroristas, uma equipe de elite liderada por personagens de Chuck Norris entra em ação para resgatar os passageiros. A missão envolve infiltração, estratégia militar e, claro, muita ação explosiva.
Aqui a coisa já muda de nível. Comando Delta é aquele clássico que define o Chuck Norris herói de ação raiz. Missão militar, inimigos perigosos e zero paciência para negociação. É resolver ou resolver.
O filme tem aquele clima típico dos anos 80: exagerado, direto, sem rodeios. Mas é justamente isso que faz funcionar. Você não tá ali pela complexidade, mas pela sensação de justiça sendo feita na base da força.
4. Braddock 3: O Resgate – MGM+
O coronel Braddock retorna ao Vietnã ao descobrir que sua esposa e filho continuam vivos. O que era uma missão pessoal se transforma em um resgate perigoso em território hostil.
Se tem um filme que mostra o lado mais emocional (mesmo que do jeito Chuck Norris de ser), é Braddock 3: O Resgate. Aqui, além da ação, existe uma motivação mais pessoal e isso muda um pouco o tom.
Mas não se engane. Ainda é pancadaria, explosão e aquele estilo direto ao ponto. Só que agora com um peso diferente, como se o personagem tivesse algo mais em jogo além da missão.
3. Invasão dos Estados Unidos
Um grupo terrorista invade o território americano e espalha o caos. Cabe a um ex-agente altamente treinado, claro, vivido por Chuck Norri, conter a ameaça antes que o país entre em colapso total.
Esse aqui é puro exagero, e talvez por isso seja tão memorável. Invasão dos Estados Unidos pega tudo que os anos 80 tinham de mais intenso e joga na tela sem filtro.
Explosões, vilões caricatos, cenas absurdas e Chuck Norris no meio de tudo isso como uma força imparável. Não tem muito espaço para lógica, mas tem espaço de sobra para entretenimento.
2. Força Delta 2: Operação Colômbia – MGM+
O coronel McCoy enfrenta um poderoso cartel de drogas na América Latina após a morte de um agente amigo. A missão se transforma em uma vingança pessoal contra um inimigo cruel.
Sequência nem sempre funciona, mas aqui funciona do jeito que tinha que funcionar. Força Delta 2 segue a mesma linha do primeiro, só que ampliando tudo: mais ação, mais perigo, mais Norris sendo Norris.
É aquele tipo de filme que não tenta reinventar nada. E talvez seja exatamente por isso que dá certo. Ele entende o que o público quer e entrega sem enrolação.
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1. O Lobo Solitário – MGM+
Um policial durão enfrenta um traficante perigoso enquanto tenta manter sua própria ética em um mundo dominado pela corrupção e violência. Aqui, Chuck Norris entrega um personagem mais silencioso, mas ainda letal.
Agora sim, um dos filmes mais diferentões da carreira dele. O Lobo Solitário mistura ação com um clima quase de faroeste moderno. E funciona surpreendentemente bem.
Aqui, Norris tem mais estilo, mais presença, quase como um anti-herói. É aquele tipo de personagem que não fala muito, mas quando age resolve tudo. E talvez seja esse o ponto mais interessante: esse filme mostra que, mesmo dentro do próprio estilo, Chuck Norris ainda conseguia variar.
E aí, vai dizer que você não ficou com vontade de rever pelo menos um desses?
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