
O candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou que o Brasil é descrito por alguns como uma "cleptocracia". Segundo ele, escândalos e denúncias de corrupção se espalham por diferentes instâncias dos Poderes, o que corrói a confiança nas instituições.
Durante o evento "Rio pelo Brasil", nesta sexta-feira (28/8), Caiado defendeu que a credibilidade pública depende de autoridade moral, não de retórica. "Autoridade moral não se constrói com discursos, mas com autoridade de história de vida", disse. O evento foi promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), Fecomércio RJ e Firjan.
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Para o governador, um governante com credibilidade moral e coragem para assumir posições consegue corrigir os rumos do governo.
Caiado também associou o avanço da violência à permissividade institucional e à conivência entre estruturas de poder e a corrupção. Ele avalia que essa relação enfraquece o Estado e abre espaço para o crime organizado. "A deterioração da violência é porque existiu conivência de estrutura de poder com a corrupção", declarou.
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Ele citou que, em certas áreas, grupos criminosos impõem regras e chegam a cobrar para que candidatos e suas equipes entrem no território. Conforme o candidato, essa prática restringe a disputa eleitoral e a presença do Estado. "Em alguns lugares do Brasil, cobra-se para entrar no bairro."
Na área econômica, Caiado criticou a falta de industrialização do país. "Estou tomando antipatia da palavra commodity, tinha de ser produto primário, bruto. Desde a época colonial só fazemos vender matéria bruta; não nos industrializamos."
Ele acrescentou que o Brasil está perdendo oportunidades relacionadas a minerais críticos e à Inteligência Artificial (IA). Caiado destacou que um país com a dimensão do Brasil ainda não tem um marco regulatório para a nova tecnologia.
Com informações da Agência Estado
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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