BRASÍLIA 66 ANOS

Brasília 66: pioneiros de um grande futuro

"Brasília é essa mistura de bons sentimentos, afinal, somos todos pioneiros de um grande futuro"

Criada para receber o futuro, Brasília segue sempre olhando para frente, sem, é claro, esquecer dos sonhos dos que desbravaram o Planalto Central até a inauguração da Capital da Esperança, em 21 de abril de 1960. Brasília foi tecida com os fios da perseverança, de geração a geração. A capital ganhou corpo, se agigantou, mas não perdeu a essência. Inovação e tradição andam juntas pelas quadras e superquadras. É uma cidade construída por pessoas, cujo pertencimento a esse quadradinho se reflete nas entrevistas deste caderno especial.  O presidente do Correio, Guilherme Machado, gosta de destacar que Brasília "é símbolo de um Brasil moderno, que cresce sem perder a essência". Ana Dubeux, chefe de Redação, ressalta a matriz humanista da cidade, que acolhe quem chega. "É sempre gratidão", destaca. O cronista Severino Francisco enfatiza a vocação da cidade.  "Para mim, Brasília é a utopia do que o Brasil poderia ser, apesar de ter se tornado uma cidade distópica. Mas esse estado é circunstancial, é um estado de exceção. A verdadeira vocação de Brasília é a utopia", diz. Recém-formado, o jovem repórter Luiz Fellipe Alves está descobrindo a capital do país, "é um lugar que reúne culturas do Brasil e do mundo inteiro". Brasília é essa mistura de bons sentimentos, afinal, somos todos pioneiros de um grande futuro.

 

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