Por melhores condições de vida

Por melhores condições de vida

Camila de Magalhães
postado em 15/05/2015 00:00
 (foto: Camila de Magalhães/ FAC/ D.A. Press)
(foto: Camila de Magalhães/ FAC/ D.A. Press)


Representantes de 26 estados e do Distrito Federal se reuniram esta semana em Brasília para definir as estratégias do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade (MNCS) em prol na nova agenda mundial pelo desenvolvimento sustentável, definida pelas Nações Unidas. O Movimento, que reúne cerca de 2 mil instituições públicas, privadas e organizações da sociedade civil de todo o país, foi criado há 11 anos para trabalhar, até 2015, pelo alcance dos oito objetivos de desenvolvimento do milênio (ODMs).

Os ODMs contemplam melhorias nas condições de vida dos brasileiros: combate à pobreza, educação de qualidade, saúde, igualdade de gêneros e respeito ao meio ambiente. Em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República e o Programa das Nações Unidas pelo Desenvolvimento (Pnud), o grupo reunirá esforços para ampliar o leque de atuação, de acordo com os novos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), até 2030.

De acordo com Odillon Faccio, secretário executivo adjunto do Movimento, o colegiado elaborou novas ações até 2017. ;Definimos a meta de chegarmos a 25% dos municípios brasileiros, com foco nos de menor índice de desenvolvimento humano.; Além dos 27 núcleos estaduais, deverão ser criados 100 núcleos regionais. ;Outra meta é capacitar 600 multiplicadores voluntários que tenham alto conhecimento sobre os ODM e a nova agenda, para ir a esses municípios e ajudar no envolvimento da comunidade local pela melhoria dos índices;, destaca Odillon.

A superintendente executiva da Fundação Assis Chateaubriand, Mariana Borges, representa o DF no colegiado nacional e foi eleita secretária de Comunicação. Ela avalia como positiva a união de esforços. ;Pessoas de vários setores estarão mobilizadas em prol dessas causas. Antes, havia um esforço concentrado no governo. Hoje buscamos a participação de todos por uma vida melhor, para que tenham consciência do seu papel de preservação da qualidade de vida e contribuição para um mundo melhor;, observa Mariana. Segundo ela, o DF terá núcleos em regiões administrativas para maior articulação com instituições locais. ;Será uma boa oportunidade para empresas privadas, empreendedores sociais e jovens à frente de movimentos sociais se unirem pelos ODS.;

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