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postado em 30/06/2015 00:00
Seleção
No último dia 22, na coluna Sr. Redator, afirmei que a Seleção caminhava para outro vexame na Copa América. Portanto, a história de ganhar joguinho amistoso é para enganar o torcedor, pois na hora do valendo alguma coisa, dá nisso, ou seja, fiasco total. É oportuno avisar ao atual técnico da Seleção que a sua função não é dar soco no ar ou outros trejeitos, mas, sim, observar as falhas das equipes, jogadores sem inspiração no momento da partida e esquema de jogo, para no desenrolar dos 90 minutos agir de forma coerente, evitando trocar seis por meia dúzia, como ocorreu na referida Copa.
; Montesquieu T. Alves,
Lago Norte


; O Brasil amargar mais um fiasco, com a eliminação nas quartas de final, diante do Paraguai, está virando piada. A mesma situação ocorreu, em 2011, quando o time verde-amarelo voltou mais cedo para casa. De algum tempo para cá, a vibração com vitória da Seleção Brasileira fica em mim um tanto sem graça, quando acontece pelo motivo que, por vezes, poucos são jogadores do time titular, que vestem a camisa da equipe de um torcedor brasileiro (Fluminense, Vasco, Sport, Corinthians, Flamengo etc.), pois a maioria e, por vezes, a totalidade, está atuando em equipes de fora do país, vivendo outra realidade. Será que os campeonatos: carioca, paulista, gaúcho, mineiro etc., não revelam jogador de qualidade a ponto de ser convocado para fazer parte da Seleção Brasileira? Será que só após ser negociado para o exterior é que ele passa a ter a qualidade profissional exigida? Não sei até quando continuaremos passando por essas situações catastróficas em termos de futebol, como a mais recente: 7x1 para a Alemanha.
; Jeferson Fonseca de Mello,
Asa Norte


Ganhos sociais
A atriz Marieta Severo, uma das divas da dramaturgia brasileira, rebateu, com muita propriedade, o apresentador Faustão, conforme noticiou o site do Correio. Ela destacou os avanços sociais da última década. Os veículos de comunicação, principalmente, as emissoras de tevê, têm muita má vontade com o governo federal. A antipatia que os empresários dos grandes veículos de comunicação, em todos os ramos, nutrem pela presidente Dilma e pelo PT orientam os apresentadores dos telejornais, os editoriais e pautaS de notáveis articulistas, boa parte associada ao pensamento mais conservador. É certo que vivemos grave crise econômica, mas não é primeira vez que isso ocorre. É certo também que a corrupção grassa de norte a sul do país e, até aí, não há novidades se entrarmos no túnel do tempo da história. Imputar todas as mazelas ao PT não é correto, pois tivemos ganhos sociais expressivos nos últimos 12 anos, sobretudo no combate à fome e à miséria.
; Wilson Cosme,
Asa Sul


Retrocesso
A cada dia, a Câmara dos Deputados, sob o rebenque de Eduardo Cunha, aprofunda-se no obscurantismo. Enquanto o país avança para relação transparente entre o poder público e a sociedade, o democrata(?) Cunha recria o carimbo de ;sigiloso; para manter no subterrâneo do Legislativo ações que incriminam os parlamentares. Trata-se de retrocesso inaceitável. Talvez a iniciativa de Cunha tenha estreitíssima relação com a Operação Lava-Jato, que levantou a suspeição dele ter sido beneficiado pelo esquema de propinas implantado na estatal. A decisão contraria também a lei de acesso à informação no país. E, nesse caso, vale questionar se não cabe ao Ministério Público levar o tema à discussão no Judiciário. Pode uma decisão administrativa se sobrepor à lei? A medida é prova da incoerência dos déspotas, que agem de maneira contraditória em defesa dos próprios interesses?
; Maria Guadalupe Aroeira,
Lago Norte

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