Mercado S/A

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Amauri Segalla
postado em 27/02/2018 00:00
 (foto: Thelma Vidales/Divulgação )
(foto: Thelma Vidales/Divulgação )


Conecta não emplaca e preocupa Porto Seguro

A Porto Seguro, uma das maiores seguradoras do país, pode estar com um abacaxi em mãos: sua operadora de telefonia Conecta. Fontes ligadas à empresa afirmam que os donos Jayme e Bruno Garfinkel, pai e filho, demonstram insatisfação com o desempenho da divisão, especialmente nas reuniões de conselho. Embora tenha conquistado a melhor avaliação na pesquisa de Satisfação e Qualidade da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), com nota 8,12, o número de clientes está abaixo do esperado. Pelos dados da Anatel, a empresa fechou 2017 com 563 mil linhas. O problema é que o plano mais barato da empresa, com ligações ilimitadas e 2GB de internet, custa R$ 109,90. Nas concorrentes Claro, TIM e Nextel, planos parecidos chegam a custar a metade disso. Procurada pela reportagem, a empresa afirmou o seguinte: ;A Porto Seguro acredita no potencial da Porto Seguro Conecta e segue aprimorando constantemente a sua atuação;.



Exportações de tintos crescem
e foco agora é a América Latina

A indústria vitivinícola brasileira está rindo à toa. As exportações de tintos, espumantes e suco de uva cresceram 17,3% no ano passado, pelos cálculos do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). Os destinos mais frequentes foram China, Estados Unidos, Japão, México e Reino Unido. Segundo Diego Bertolini, executivo da Ibravi, o foco deste ano será a América Latina. ;Além da vantagem geográfica, os latinos têm paladar semelhante ao nosso;, afirma.



Fake news atacam Meirelles e outros presidenciáveis

Cada vez mais presidenciável, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (foto), está sendo alvo de ataques de inimigos dos tempos modernos: os propagadores de fake news. Nos últimos dias, eles espalharam nas redes sociais que Meirelles criaria um imposto para financiar a segurança pública. Incomodado com a boataria, o ministro foi a público negar. Outros presidenciáveis enfrentam ataques parecidos. Nunca é demais lembrar: a corrida eleitoral nem sequer começou.

US$ 50 mil
será o valor médio de documentos autografados por Steve Jobs que irão a leilão de 8 a 15 de março. Um dos itens à venda é uma ficha de emprego assinada pelo criador do iPhone em 1973. As peças serão leiloadas pela casa americana RR Auction

Turismo vai recuperar em 2018 as perdas dos últimos dois anos

Uma das três maiores empresas de viagens corporativas do Brasil, a japonesa Alatur JTB começa a sentir a reação da economia brasileira. Segundo o CEO Eduardo Kina, há uma retomada consistente por parte das empresas. ;Em 2018, vamos recuperar as perdas de 2016 e 2017;, afirma Kina. ;Em 2019, voltaremos aos patamares pré-crise.; No ano passado, a Alatur faturou R$ 1,7 bilhão no Brasil e US$ 13 bilhões no mundo. Atualmente, são 600 empresas em sua carteira de clientes.

Adoro gerir a Berkshire. Se curtir a vida trouxer longevidade, o recorde de Matusalém estará em perigo;
Warren Buffett,
um dos homens mais ricos do mundo, em sua aguardada carta anual aos investidores

Rapidinhas

; As micro e pequenas empresas do estado de São Paulo, principal mercado do país, encerraram 2017 no azul após três anos consecutivos no vermelho. Segundo o Sebrae-SP, o faturamento do setor cresceu 5,1% ante 2016, chegando a R$ 635,9 bilhões, ou R$ 30,9 bilhões a mais do que o montante registrado no ano anterior.

; Os tiroteios em escolas nos Estados Unidos e a consequente pressão pelo desarmamento estão afetando a indústria bélica do país. Há alguns dias, a Remington, uma das mais tradicionais fabricantes de rifles e pistolas, entrou com pedido de recuperação judicial. Suas dívidas totalizam cerca de
USS 1 bilhão.

; Maior e-commerce esportivo
da América Latina, a Netshoes divulgou o ranking das camisas de times de futebol mais vendidas em 2017. Os cinco primeiros colocados foram Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Flamengo e Sport. A lista é importante porque ajuda os patrocinadores a definir o potencial comercial das equipes.

; O Brasil é um país curioso. Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), o modelo de concessões de rodovias à iniciativa privada incentiva as empresas a atrasar as obras. Quando isso acontece, elas aumentam as tarifas para compensar o custo de novas obras que não estavam previstas no projeto original. Tudo com autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

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