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postado em 21/01/2016 00:00

Direitos humanos

Existe tensão entre a forma de se ver a aplicação da lei penal por muitos advogados, notadamente os que defendem os corruptos, e os juízes federais e membros do Ministério Público Federal. Essa tensão se explica pela forma como os direitos humanos são vistos no nosso país. Na Europa e nos Estados Unidos, interpreta-se os direitos humanos no processo penal do coletivo para o individual. Você quer gente mais educada do que os réus da Lava-Jato? A visão individualista leva à impunidade; mas a visão extrema da interpretação coletiva pode também levar à condenação por presunção. Não se deseja nem uma coisa nem outra. Mas é fundamental saber que caminhamos para ênfase na interpretação a partir do viés coletivo.Em vez de o juiz soltar o condenado por más condições da prisão, ele vai requisitar o gabinete do governador para tanto e forçar o poder público a melhorar as condições do presídio. Direitos humanos nesse tema é cumprimento da pena com dignidade e isenção na aplicação da lei.
; Carlos Frederico,
Asa Norte

Povo judeu

A reaproximação entre o papa Francisco e os rabinos judeus pode significar o reconhecimento e o arrependimento, por parte da Igreja, pelas injustiças infligidas ao povo judeu durante quase dois milênios. Tal atitude, porém, não redime o dito povo eleito de seus, também, milenares crimes cometidos contra a humanidade em nome do Deus de Abraão. Ao contar a trágica história do povo hebreu, certamente, a Bíblia não pretende justificar as atrocidades que vem sendo postas nas telas da TV Record causando fricção dos telespectadores menos reflexivos que torcem pelo triunfo de um povo, estranhamente, protegido por Deus.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte

Saúde


Impressionante a irresponsabilidade do atual ministro da Saúde ao se referir à epidemia da zika. Primeiro fez piada dizendo que quem deveria cuidar da prevenção da doença era a Marinha e a Aeronáutica, e não o Exército, pois ele gosta de água e voa. E agora, pasmem, diz: ;Vamos torcer para que as mulheres antes de entrar no período fértil peguem a zika, para elas ficarem imunizadas pelo próprio mosquito, aí não precisarão da vacina;. Simplesmente patético!
; Paulo Molina Prates,
Asa Norte


Segurança


Reporto-me ao título da reportagem ;Audácia de bandidos atinge áreas nobres; (18/1). Será que a secretária de Segurança não percebe que a ;audácia dos bandidos; decorre da impunidade. De que adianta termos uma polícia dita altamente preparada e equipada mas que não é temida pelos bandidos. Se ela perguntar aos delegados seus conterrâneos, lá de Pernambuco, com certeza ouvirá: bandido que não teme polícia vira afoito ou atrevido ou valentão, ainda mais quando sabem que, se presos, não ficarão mais do que 24 horas na cadeia. Não culpemos a crise econômica como motivadora, nem acreditemos que a solução simplista de mais 600 policiais nas ruas, resolverá problemas que decorrem simplesmente de incompetência ou da falta de eficiente serviço de inteligência. Que Deus nos proteja.
; Alberto Santana,
Asa S ul

CPMF


A presidente Dilma Rousseff continua dizendo que a aprovação da CPMF pelo Congresso faz-se necessária para que o Brasil saia da crise mais rápido. Isso é conversa pra boi dormir. O que os corruptos aprontaram com o nosso país, sangrando os cofres públicos, não se resolve com a volta dessa maldita contribuição. É uma pouca-vergonha tentar jogar nas costas da população brasileira, que já é penalizada com uma das maiores cargas tributárias do mundo, as irresponsabilidades que foram cometidas pelos governos petistas. O trabalhador brasileiro já divide ao meio com o governo o que ganha em 12 meses de trabalho e recebe ninharia como retorno. O povo brasileiro não está disposto a pagar mais essa conta. Unamo-nos todos nós contra mais essa investida dos sanguessugas.
; Jeovah Ferreira,
Taquari

Economia

Se a direção do BC é originária da UnB, deve estar na hora de mudar o curso, dar uma atualizada, porque a economia está pior. O BC falhou ao fiscalizar as transações investigadas na Operação Lava-jato e somente sabe usar o expediente de aumentar os juros a fim de tentar retomar o curso do crescimento econômico. É muito pensamento ortodoxo e pouco resultado.
; Washington Luiz Souza Costa,
Samambaia


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