Sr. Redator

Sr. Redator

postado em 24/08/2015 00:00

Marxismo
Por mais que eu tenha estudado nos meus 72 anos, tenho que reconhecer que não tenho alcance intelectual para compreender o pensamento de homens e mulheres sapiens, mas gostaria que o senhor subsecretário de Movimentos Sociais do GDF esclarecesse aos leitores o que significa marxismo cristão, crença que ele afirma professar.
; José Flavio Berçott, Lago Sul

Desafios
O grande desafio do governador é colocar a máquina do GDF para funcionar em benefício do cidadão. A máquina está há anos viciada, cheia de privilégios e voltada a apenas cobrar impostos sem atuar em benefício do cidadão. No aparato de segurança, que paga os maiores salários do país, a PM e o Detran não se fazem presente nas ruas. O Detran, em especial, se limita a arrecadar multas e não está nas vias para ajudar o cidadão e colocar ordem no trânsito. Nos grandes eventos, não vemos policiamento, mas, sim, fiscalização do Detran multando no atacado. Ora, se pela Constituição temos direito à saúde, à educação e à segurança, não deveríamos poder multar o governo pela ausência ou pela péssima prestação desses serviços? Em recente evento no Parque da Cidade (de 28 a 30 de julho), chamava a atenção a precária iluminação, a total falta de segurança e a plena ausência de policiamento (PM e Detran). No entanto, centenas de veículos foram multados por que estavam em área que, sem gramado e com acesso, funciona, há anos, como um estacionamento improvisado. Enfi,m tem que ter pulso e vontade política para mudar o que funciona muito mal e que só atende aos interesses de classes que pagam para ter os serviços sob responsabilidade do Estado.
; Erica Maria Dias, Asa Norte


Legislativos
O povo brasileiro está animado e estimulado para ir às ruas protestar contra o governo federal e a corrupção, movido pela Operação Lava-Jato. A pacífica manifestação do último domingo, que coloriu o gramado da Esplanada dos Ministérios de verde e amarelo foi muito bonita. Melhor exemplo, no entanto, vem do município de Jacarezinho, no interior do Paraná, onde os eleitores forçaram os vereadores a reduzir o próprio salário. Ali, ficou provado o quanto a sociedade tem poder. Por que, então, não fazer o mesmo diante da Câmara Legislativa e do Congresso Nacional, que se prestam apenas para afundar a mão nos cofres públicos? Vamos combinar, não faz o menor sentido bancar a boa vida dos parlamentares que não dão nenhum retorno ao investimento feito com o dinheiro dos trabalhadores. Aliás, qual é mesmo o sentido da Câmara Legislativa para Brasília? E o Congresso recheado de beneficiários da propina do petrolão e de outra fontes a que serve?
; Zulmira Quinté, Park Way

Distritais
Os atuais distritais ainda não completaram um ano de mandato, mas estão no páreo por um lugar no palanque dos desmandos. Competem em pé de igualdade com a legislatura passada. Leis inconstitucionais; veto a iniciativas sociais; e, para completar, tem a distrital Telma Rufino, que vem se destacando na produção de manobras suspeitas para enganar a Justiça Eleitoral. Homofobia e intolerância religiosa também compõem o cardápio dos distritais. Não podemos esquecer o turismo ao exterior com recursos dos otários contribuintes. Estou atento e aposto que novos recordes serão batidos pela atual configuração do Legislativo brasiliense.
; Jerônimo Alvarenga,
Águas Claras

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